Oi gente,
Só queria fazer uma correção. Falei uma tolice em sala. A “cota” semestral de participação no blog não é de 14 comentários, mas de 20. Ou seja, cada comentário abaixo de 20 reduz sua menção final por 1,5%.
Também queria dizer que finalmente postei o texto do Pedro sobre Cem anos de solidão. Peço desculpas pela demora… essa semana foi infernal.
Até onde ler para terça-feira? Bem… quem for trabalhar com O beijo da mulher aranha, melhor ler até o capítulo 4. Quem foi ler Lavoura arcaica pode ler um pouco menos: até o capítulo 9. (Os capítulos de Nassar são curtinhos.)
Um abraço a todos e até terça – quando haverá consulta.
novembro 18, 2008 às 9:59 am |
Enquanto a humanidade de Molina cativa o leitor, Valentín com toda sua pretensa sabedoria, cansa. Molina é criativo, sonhador e mostra-se bem mais experimentado da vida com sua humildade que Valentín, que finge ser superior aos sentimentos, e esconde o que se passa com ele. Valentín não acha Molina elevado o suficiente para saber da sua vida, pois não recebeu a revelação do marxismo e procura, assim, manter uma certa distância, ao mesmo tempo que nega o que eles têm em comum. Valentín também supõe que por não conhecer o marxismo Molina não perceba as coisas como são, e tentando aplicar a luta de classes em tudo é ele quem acaba sendo o cego.