Aula 12 – Sarmiento

Sarmiento: letrado-mor?

Domingo Faustino Sarmiento (1811-1888) foi um personagem central da história política e intelectual argentina. Ferrenho opositor do caudilhismo e fervoroso defensor da educação como instrumento de europeização da América Latina, foi um dos principais expoentes da chamada Geração de 1837 – grupo intelectual de grande influência na Argentina do século XIX. A influência não foi meramente teórica: Sarmiento, cuja imensa careca habita até hoje as notas de 50 pesos, foi também o nono presidente da Argentina.

 

Para terça-feira, leremos trechos do Facundo – obra cujo título original é bem mais extenso: Facundo, civilización y barbárie: vida de Juan Facundo Quiroga y aspectos físicos, costumbres y hábitos de la República Argentina. O livro é tão over quanto o título. Tem umas 360 páginas. Quem quiser ver o texto integral, pode faze-lo aqui. Para terça-feira, entretanto apenas alguns trechos, que reuni nesse arquivo. Leremos a Introdução e a primeira parte do primeiro capítulo. São umas 20 páginas.

O Facundo foi escrito em 1845. Na época, Sarmiento estava no Chile, para onde fugiu em 1842 – quando Juan Rosas, governador caudilho de Buenos Aires, consolidou-se como ditador. O livro, de fato, pode ser resumido como uma extensa invectiva contra Rosas e Facundo Quiroga – outro caudilho de origem rural que, para Sarmiento, foi uma espécie de protótipo do ditador.

 

Rosas e Facundo

Facundo: mau, mau, mau

Quem foi Facundo Quiroga? Conhecido como “tigre”, foi um soldado brilhante e samguinário que lutou pela independência e participou dos numerosos conflitos internos que atormentaram os primeiros anos da Argentina. Influente nas províncias de San Juan, Tucumán e La Rioja (no Noroeste argentino), era conhecido pelos feitos militares, pelo fisiologismo e pela truculência. (Em 1919, por exemplo, foi preso por brigar com outro soldado. Em cana, encontrou vários oficiais leais à Coroa espanhola que planejavam uma rebelião. E, sozinho, usou as correntes que o atavam para chaciná-los. O episódio veio a ser conhecido como La matanza de San Luis).

 

Rosas: caudilho ditador

Mas Quiroga estava morto há dez anos quando Sarmiento decidiu evocar seu espírito no Facundo. Então, por que Sarmiento fala do caudilho? Porque percebe nele um antecessor do ditador Rosas – a quem Quiroga era aliado quando foi assassinado, em 1835. (Para quem precisa de um contexto visual para digerir essa  discussão toda, dá para ver uma representação bacana da Era Rosas no filme Camila (1984), uma tragédia de amor dirigida por María Luisa Bemberg.)

Mas quais as divergências entre Sarmiento e Rosas? Basicamente, duas. A primeira é que Sarmiento era um unitarista: defendia um governo central mais forte. Já Rosas (como Quiroga) defendia um sistema federado de províncias relativamente autônomas. A segunda é que, como unitarista, Sarmiento estava alinhado ao projeto urbano dos letrados de Buenos Aires. Já Rosas (como Quiroga) tinha como base negros, camponeses e gaúchos de um interior pecuário que – empobrecido com a liberação do comércio pela Coroa, em 1778 – começara a recuperar seu vigor econômico nos primeiros anos da independência.

De fato, o livro inteiro desenvolve a oposição entre a capital, vista como força civilizadora, e os llanos e bosques gaúchos, retratados como bastiões do atraso e da barbárie. Mesmo assim, outras oposições operam no texto – que retrata a Argentina como um campo de batalha entre a escrita urbana e a fala rural, o comerciante letrado e o gaúcho ignorante, a cultura européia e a cultura nativa.

 

Recepção

Por pelo menos cem anos, Sarmiento foi percebido como uma força modernizadora e liberalizante na Argentina. Não é por menos. Iniciados em outubro de 1868, os seis anos de seu governo foram marcada por investimentos maciços em educação: construiu escolas e bibliotecas. Apostando na europeização étnica e cultural de seu país, também incentivou a imigração de europeus.

Há 30 anos, entretanto, essa avaliação positiva vem sendo revista. De uma parte, leituras recentes enfatizam a existência – sob o verniz liberal de Sarmiento – de valores patrimoniais e patriarcais consolidados ao longo de uma trajetória política, profissional e pessoal sempre ligada ao Estado e aos privilégios que ele oferece. Como todo bom letrado, Sarmiento atuou em muitas áreas. Foi soldado, educador, diplomata, chefe de repartição, deputado e presidente. Mas foi um liberal cuja carreira sempre esteve vinculada a Estado – seja o chileno ou o argentino.

 

Outro fator que tem levado à revisão do papel histórico de Sarmiento é a percepção do que pode ser descrito de forma ingênua como seu “elitismo eurocêntrico”. Não gosto da pecha. Pois nem “eurocentrismo” nem “elitismo” indicam valores que sejam perigosos ou problemáticos em si. Por isso, a pecha acaba ignorando o principal fantasma que assombra o pensamento de Sarmiento: que ele guarda em seu cerne preceitos de supremacia cultural que, além de autoritários, propõem a substituição de um código cultural adequado ao meio que descreve por um código importado e artificial.

 

Ou seja, o problema não é a defesa do europeu em si, mas o fato de que tal defesa se esforça mais em substituir uma cultura (e um vocabulário) própria por outra alheia do que em construir espaços de encontro e síntese cultural. Torna-se assim o principal baluarte de um projeto que visa a manter a hegemonia de uma classe letrada estatal. Entre outros sintomas desse problema, podemos citar:

 

O fato de que o projeto educacional de Sarmiento – sempre normativo – acaba traindo os próprios preceitos românticos europeus sob os quais se apóia. Isso porque substitui o pressuposto de que cada idioma expressa o espírito de um povo que, por sua vez, constitui uma nação por uma estranha mecânica na qual o Estado legisla a fala e o idioma na esperança de engendrar assim um povo capaz de constituir uma nação.

 

O fato de que tal projeto educacional, mais do que a democracia liberal, acaba defendendo a supremacia do urbano (e governamental) sobre uma cultura rural que – por sua própria posição periférica – é mais autóctone e independente.

 

Autoridade

Há nesse projeto uma contradição evidente. Apesar de reivindicar autoridade associando-se – ora de forma implícita, ora de forma explícita – ao romantismo europeu, Sarmiento defende valores opostos a esse romantismo, valores nos quais o espírito do povo argentino surge não do seu folclore, de suas crenças e de sua tradição oral, mas de valores importados pela escrita.

 

Esse ponto merece ênfase. Pois, se existe uma obsessão européia na primeira metade do século XIX, trata-se da obsessão de recuperar a fala do povo. Sob a influência de Herder, por exemplo, o romantismo alemão sai em busca da alma de seu povo nos campos e na oralidade. Enquanto isso, Sarmiento recorre à palavra “europeu” para legitimar um projeto urbano e escrito. Sob a influência dos Lyrical Ballads de Wordsworth e Coleridge, uma geração de escritores britânicos tenta descobrir “até que ponto a linguagem de conversação das classes baixas e médias de uma sociedade se adapta ao prazer poético”. Enquanto isso, Sarmiento associa o valor “Europa” à substituição da oralidade pela escrita.

 

Ou seja, o problema da pecha eurocêntrico” é que ela ignora o processo de apropriação, instrumentação e desvirtuamento pelo qual o letrado reivindica – por meio do artifício retórico “Europa” – a autoridade para defender valores que nada têm a ver com o pensamento europeu de sua época.

 

Por isso, vale prestar atenção a como Sarmiento constrói sua autoridade no texto. Curiosamente, a introdução do livro (incluída na seleção que vocês lerão) lamenta a falta de um Toqueville que fale sobre a Argentina. Ou seja, lamenta a falta de um europeu que explique ao país porque ele deu errado. Até aí, tudo bem. Mas não deixa de ser curioso como – na falta de um Europeu de sangue – Sarmiento acaba nomeando um europeu de alma… chamado Sarmiento.

 

Encontramos assim no Facundo uma versão um pouco menos inconsistente da dinâmica que vimos nas citações sem interpretação ou análise que tanto marcam o estilo de Mainardi. Perceber essa dinâmica é entender como o texto de Sarmiento constrói sua própria autoridade e legitimidade cultural. Como Mainardi, Sarmiento constrói-se como uma espécie de porte-parole de um discurso Europeu imaginário sobre a América Latina.

 

Três digressões

Como a escritura é a arte da digressão, segundo Severo Sarduy, eu diria que é bem antiga essa dinâmica na qual um indivíduo constrói sua autoridade apresentando-se como o único capaz de aplicar um conjunto de textos fundadores à insuficiência cultural que percebe em um determinado grupo social. No fundo, é uma dinâmica semelhante ao discurso dos pais da Igreja sobre o pecado original: seria por reconhecer como não podem escapar da universalidade desse pecado que autores como Agostinho teriam a autoridade para denunciar os mesmos.

 

Como a escritura é a arte da digressão dentro de uma digressão, acrescentaria que esse reconhecimento está no cerne de como Olavo de Carvalho constrói seu argumento em seu texto sobre o Mott: a sexualidade é sempre um problema, mas como eu reconheço que a minha poderia ser problemática posso descrever a do homossexual como fundamentalmente abjeta.

 

Como a digressão é um vício, reconheceria que também eu acabo construindo minha “autoridade” nos debates da disciplina por um instrumento semelhante de afirmação-pela-negação. Tem saída?

 

Boa leitura!!! E bons fantasmas….

Anúncios

10 Respostas to “Aula 12 – Sarmiento”

  1. Lucas Says:

    Andrei, ou alguém, por favor, quais são os trechos para leitura? Descarreguei apenas o arquivo completo e não os encontrei especificados aqui, agora (Domingo, 11h).

  2. Murilo Says:

    Lucas, acredito que não foi posto o link ainda.
    Um abraço.
    (Domingo às 13:22)

  3. Domingo Faustino Sarmiento Says:

    Estoy muy contento de que usted está leyendo mi trabajo, pero ¿dónde está el expediente?

  4. Andrei Says:

    Perdão a todos… simplesmente esqueci de postar o arquivo com os trechos a ler.

    Leremos a introdução e a primeira parte –

    Aspecto físico da la República Argentina…

    Não dá muita coisa. Dá para ler em menos de duas horas. Postarei as outras leituras dessa semana e da próxima ainda hoje.

  5. Marcelo Says:

    Antes de mais nada, até o inapto gaucho descrito por Sarmiento tem mais intimidade com a língua espanhola do que eu (por razões óbvias, mas enfim…). Isto sem dúvida enviesou minha leitura, que foi a menos prazerosa até agora. Percebo alguns pontos dignos de destaque, quase todos eles já abordados pelo Andrei na apresentação do texto. Primeiramente, o pessimismo de Sarmiento com relação a seu país e as razões para isso, que de alguma maneira parecem selar seu destino sem grandes alternativas (pelo menos a partir dos trechos selecionados para leitura). É possível perceber nessa retórica, como bem coloca o Andrei, “uma versão um pouco menos inconsistente da dinâmica que vimos nas citações sem interpretação ou análise que tanto marcam o estilo de Mainardi”. O tom de crítica, no entanto (e em segundo lugar), não é feito por um intelectual que faz questão de marcar sua posição distante e voluntariamente alheia ao exercício prático do poder. Mainardi, não possui um projeto de pais nem deseja possuir. Pode até representar uma perspectiva no jogo de forças atual, mas não é nem quer ser seu porta-voz. Sarmiento, por sua vez, faz questão de enfatizar que sua opinião não se confunde com passividade. Seu projeto é mais ambicioso, e, a meu ver, mais perigoso. Na medida em que busca de fato implementar um projeto de país, Sarmiento não só expõe um ponto de vista, mas encontra eco, representa e encarna a perspectiva de um grupo que tem força para implementá-lo.

  6. Lucas Says:

    ) Leitura difícil. Trata-se de um texto egocêntrico. Primeiro, pela ordem de paralelismos e análises que busca fazer é um tanto quanto megalomaníaco. Segundo, seu pessimismo em relação a Argentina talvez venha da idéia de que a Argentina só não foi a nação mais desenvolvida do mundo pela suas limitações geográficas, que além de a distanciar das grandes relações com o mundo, imprimiu no caráter do argentino o ser humano solitário e embrutecido hobbesiano, outrora um Facundo, um Rosas. Ou não? Não nego que este meu argumento é arriscado.

    2) Seus determinismos são dignos de nota. O geográfico, em especial. Em dado momento, Sarmiento relaciona a natureza das fronteiras com a unidade da nação. “Norteamérica está llamada a ser una federación, menos por la primitiva independencia de las plantaciones que por su ancha exposición al Atlántico y las diversas salidas que al interior dan: el San Lorenzo al norte, el Mississipí al sur y las inmensas canalizaciones al centro.” A Argentina, rodeada pela solidão – ao norte, o Chaco, ao centro, o pampa em disputa com a selva, ao sul o imponente pampa, que “es la imagen del mar en la tierra” -, e separada por montanhas dos seus vizinhos, estaria, portanto, condenada a ser «una e indivisible», em terra o que foi Rosas em pessoa.

    3) Outro destaque que gostaria de colocar é oposição cidade-campo. No texto, ao que me parece, há menos interdependência que assimilação dentro dessa relação. Sarmiento as coloca – cidade e campo – como duas culturas forçosamente distintas, e, note-se, dissociadas, o que me parece questionável. Interessante notar sua visão evolucionista exatamente neste quadro campo-cidade, quando recorre ao uso do termo ‘barbáros” para descrever os gaúchos, pastores, entre outros, bem como a sua analogia desses a povos asiáticos mulçumanos, um espécie de ancestrais contemporâneos da Europa, de Sarmiento. Interessante notar que a cidade modernizada em Rama, expressão desta tensão que Sarmiento está descrevendo na Argentina, funda-se mais para frente, já em meados do século XX.

    4) Enfim, há, mais uma vez, o esforço do letrado de compensar o atraso real com a palavra, e, a percepção de que “o discurso não tanto revela quanto constitui seu objeto” (Foucault por Andrei).

  7. Grégory Says:

    Sarmiento é convicto de que a influência cultural civilizada européia é o caminho para o futuro da Argentina. O autor não cansa de tratar a população argentina como uma população ignorante e o contato com a civilização européia é o caminho para o futuro da nação. É um certo momento Sarmiento se mostra empolgado ao dizer que os argentinos sejam os letrados ou os ignorantes têm alta consciência de seu valor como nação. É um elogio e ele compara aos demais povos da América. Em outro momento o autor destaca a falta da base do desenvolvimento social, não consegue desenvolver cidades, o que não permite o surgimento de uma república. A briga dele com Rosas é ponto deste escrito, toda a argumentação dele é uma forma de crítica à Rosas. E assim ele resgata até o Facundo, ele destaca que Facundo era um indivíduo influenciado pelas condições em que vivia. No entanto, Sarmiento escreve para defender uma abertura a cultura externa, e que isso é o futuro do país, como Rosas é o oposto, Sarmiento argumenta críticas a o seu rival.

  8. Joyce Says:

    Nota-se uma visão pessimista de Sarmiento em relação à Argentina. Na visão dele, a Argentina poderia ter uma sociedade melhor se tivesse seguido os padrões europeus. Ele louva o tempo todo a civilização européia e diminui a nada a própria civilização. “Este estudio que nosotros no estamos aún en estado de hacer por nuestra falta de instrucción filosófica e histórica, hecho por observadores competentes, habría revelado a los ojos atónitos de la Europa”; “es preciso poner antes las decoraciones y los trajes americanos, para mostrar enseguida el personaje”; “No fue dado a los españoles el instinto de la navegación, que poseen en tan alto grado los sajones del norte”. Ele critica também o povo do campo. Fala que o povo da cidade tem uma vida civilizada, veste como europeus, tem idéias de progresso como eles, tem organização e instrução. Ele diz que tudo o que existe de civilizado na cidade foi bloqueado no campo. O hábito de vida no campo é diverso. É engraçado, pois tudo que se parece com o europeu merece um pouco de respeito de Sarmiento, mas o que se difere é duramente desprezado. Como se ter uma identidade fosse algo ruim. O bom é o que vem de fora: os costumes, a literatura, o pensamento, o modo de viver. “el progreso está sofocado, porque no puede haber progreso sin la posesión permanente del suelo, sin la ciudad, que es la que desenvuelve la capacidad industrial del hombre y le permite extender sus adquisiciones”. Por mais que seu país tenha uma natureza rica, não teve um europeu que soubesse aproveitá-la.

  9. Murilo Says:

    Pessoal, desculpem o meu atraso no post, mas por alguns motivos eu tive de voltar a Sertãozinho/SP, onde moro. Quando eu tinha entrado no blog ainda não havia o texto. Mas vamos lá!
    Sinceramente, algo que não posso fazer em meu comentário é julgar o modo pessimista e determinista de Sarmiento. Este, por ter nascido em uma família pobre e ser autodidata, devia ser bem crítico na análise de textos alheios e amargurado por não possuir as mesmas condições financeiras de outros autores para especializar-se na escrita. Não estou querendo ser determinista, de maneira nenhuma, mas todos sabemos que o meio influencia SIM sobre as pessoas. Algumas destas respondem mais e outras menos para esse tipo de influência. Geralmente, pessoas excluídas da sociedade, por não terem o direito de falar, desenvolvem outra habilidade: a observação. Machado de Assis é um exemplo: de tanto observar as pessoas e o meio ao seu redor, aprendeu a ler, escrever e analisar aspectos psicológicos que, de tão intrínsecos e comuns, eram banalizados por uma percepção comum, ou seja, passava batido aos olhos da burguesia massificada.
    Outro ponto que merece destaque é o período em que Sarmiento desenvolve seu pensamento. Por ter sido cercado de idéias evolucionistas de Darwin e pelo determinismo e positivismo, o autor reflete tais características em seu próprio texto.
    Sarmiento condena o gaúcho como se este fosse um fruto da barbárie e do atraso econômico argentino. Em meu ver, essa idéia é chula, burra e fundada em teorias ultrapassadas. O gaúcho argentino, quanto o sertanejo brasileiro, possui culturas diferentes em relação ao núcleo letrado do país; para este, é muito mais fácil (e típico) condenar a desgraça ao outro humilde do que reconhecer a incompetência das elites latino-americanas em tentar imitar o padrão europeu e NUNCA conseguir.
    E pra quem odiou o discurso determinista de Sarmiento, saiba que este estava englobado por certas idéias que ainda não tinham ganhado as atribuições fracas e preconceituosas que têm hoje. Vamos olhar na nossa mídia atual e em alguns autores que estudamos neste semestre e perceberemos que ainda estamos cercados de letrados positivistas anacrônicos que condenam o pobre sertanejo à miséria e à burrice. Vamos. Analisem que terão ótimas (ou péssimas) surpresas.

  10. Oswaldo Roberto Rocha Says:

    ESTA HISTORIA É MUITO INTERESSANTE GOSTEI POIS MORO NESTA RUA CHAMADA PRESIDENTE SARMIENTO,GOSTEI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: