Aula 05 – Mainardi e Azevedo

Estou mudando esse post apenas para dizer que – para quem tiver interesse – fiz alguns comentários sobre as barrigadas do Azevedo aqui.

Quanto ao texto que postei, finalmente tive tempo de corrigir os erros de Português. A patrulha já teve seu dia ao sol…

Já que vamos falar em norma culta, pelo amor de Deus, parem de dizer que “o professor escreve errado”. “Escrever” é verbo. “Errado”, adjetivo. Adjetivos não modificam verbos. Ou seja, a frase “o professor escreve errado” é – a rigor – agramatical. Digam que “o professor escreve incorretamente”. Quem for patrulhar gramática, que o faça em frases gramaticalmente viáveis. Melhor, não?

Por sinal, já que as “hordas” (a piada é privada… mas quem importa entendeu) decidiram acessar o blog, que tal discutir os muitos textos interessantes que ele apresenta – sejam eles de esquerda ou direita? Falo sério. Se é para invadir um blog de ensino, que tal ler Caminha ou Palácios ou Euclides ou Cândido ou Sarmiento? Dá mais trabalho do que xingar. Mas não será mais interessante?

Quer fazer uma crítica à esquerda? Pois então leia Julio Ycaza Tigerino, um católico nicaragüense tão brilhante quanto conservador que publica, em 1947, um ensaio sobre o discurso de esquerda que antecipa em dois anos o newspeak de Orwell. O texto está bem aqui.

*****

Desculpem o atraso com o qual faço esse post. Normalmente, gosto de disponibilizar as leituras com pelo menos cinco dias de antecedência. Infelizmente, não deu.

Para terça-feira, leremos os seguintes artigos: “Vou embora” e “Ler não serve para nada”, ambos do Diogo Mainardi; “A hora dos analfabetos”; de Reinaldo Azevedo e esse texto, no qual João Pereira Coutinhoa entrevista o Mainardi.

Parece muita coisa, mas os textos – fora a entrevista – são todos curtinhos. São quase todos também bem-escritos.

São também diversos. Uns são irônicos; outro não é. Três são ensaios; um é entrevista. Uns são explicitamente sobre política partidária; outros tratam de outros temas.

Todos, entretanto, compartilham um ponto: o uso – ora explícito, ora implícito – da referências à cultura (especialmente a de origem européia) como instrumento para legitimar o argumento de cada autor.

Em suas leituras, gostaria que mantivessem as seguintes perguntas em mente: nesses textos, o que pode ser dito entre a relação que cada autor constrói entre 1) valores letrados como cultura, escrita, inteligência e “bagagem cultural” e 2) sua própria legitimidade como ideólogo e comentarista da realidade brasileira? Mais do que O QUE eles dizem sobre a leitura e a palavra, o que me interessa é COMO as usam como instrumento legitimador. Apesar das múltiplas referências a clássicos, há algum esforço de leitura, alguma tentativa de interpretar ou mesmo comentar um clássico específico?

Talvez as perguntas acima possam ser condensadas em uma: os autores acima citam textos ou citam títulos e nomes famosos?

Sei que estou sendo ambíguo e talvez um pouco confuso. Preciso ser, pois não quero direcionar suas leituras. Mas seria bom prestar atenção dobrada a como são empregadas palavras-chave que conotam prestígio (ou estigma) cultural: termos como “analfabeto”, “burro”, “letrado”, “intelectual”, “professor”, “escritor”, “leitura” e “livro” – isso além nomes de autores, citações, nomes de obras, etc.

116 Respostas to “Aula 05 – Mainardi e Azevedo”

  1. Kaio Says:

    Creio que sou extremamente suspeito para comentar textos de gente da “estirpe” de Mainardi e Azevedo, pois minha linha de pensamento costuma convergir (ou ao menos concordar) com o ‘sarcasmo de direita’ e as ‘profecias liberais no deserto estatista’ às quais estes e alguns outros polemistas brasileiros (Olavo de Carvalho, Paulo Francis…) são associados. Mesmo assim, farei um esforço de criticismo.

    Como se verifica tanto em seus textos escapistas e desiludidos, ou no divertido cinismo demonstrado na entrevista, Diogo claramente sente-se deslocado em relação à realidade brasileira e suas peculiaridades. O quadro agravou-se quando a esquerda (ou pelo menos seus seguidores mais explícitos) chegou ao poder através de Lula e o PT. Embora fosse muito cômodo desmerecê-lo por ser semi-analfabeto e sem diploma universitário, parece-me que a crítica que Mainardi faz à sua falta de cultura não se dirige meramente ao status acadêmico, argumento este mais utilizado pelos tucanos e seus seguidores, que se vangloriam de constituir um partido recheado de intelectuais (lembrando que alguns deles contribuíram justamente para a famigerada “teoria da dependência”).

    Em outras palavras, ele parece acreditar que ter uma leitura liberal e individualista (portanto, de forte influência européia e americana) dos fatos é sinal de maior cultura, enquanto as doutrinas nacionalistas, socialistas e populistas seriam um indicador irrefutável de atraso político e de inferioridade da própria mentalidade da população local, num viés evolucionista. A própria definição de quem é “burro”, “analfabeto” e quem é “letrado” e bom leitor (é óbvio que há uma certa vaidade intelectual em citar um Rabelais ou um Flaubert) segue por tal premissa.

    Outros pensadores do continente, como o trio Plinio Mendoza, Carlos Montaner e Alvaro Vargas Llosa até escreveram dois livros com tal tese – para alguns reducionista, para outros amargamente sensata: “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano” e “A Volta do Idiota”.

    Reinaldo, embora também não dispense um humor cáustico (às vezes até jocoso), é menos debochado que seu companheiro de “Veja”. Sua visão dos fatos é um pouco mais ortodoxa e auto-exaltativa, a ponto de utilizar citações em que se vangloria de ser um árduo defensor da verdade e criticar o petismo com mais ofensas que refutação de argumentos.

  2. Pedro Vinícius Says:

    No primeiro texto Mainardi deixa claro sua superioridade ao se retirar desse país que não merece a glória de ter um comentarista tão arguto quanto ele. Azar do Brasil.

    No segundo texto lamenta a ignorância desse povo que nunca evoluirá de sua mesquinhez. Parece dizer que inteligência é uma dádiva relegada apenas a alguns povos que ficam ao norte do equador e que macaqueamos com resultados que seriam hilários se não fossem trágicos. Sem surpresas.

    Azevedo em seu texto não perde tempo fundamentando seus argumentos, ele sabe porque sabe, ao contrario dos que critica em seu texto (todos burros) e por fim intimida o leitor com suas citações.

    O que mais me surpreendeu foi a entrevista. João Pereira Coutinho fica tão preocupado em mostrar cultura e exalta tanto Mainardi que creio que o próprio Mainardi se sentiu incomodado. Desde o começo João Pereira Coutinho tenta envergonhar quem não gosta de Mainardi e usa o argumento de que ele tem toda uma cultura européia ao seu lado e isso é sem sombra de dúvida a maior qualidade que alguém pode ter. Segue por esse viés até o fim, sempre fazendo referências a tão estimada Europa. Tão estranha e mal realizada ficou a entrevista que pareceu uma matéria paga por Mainardi para sua auto-promoção.

    Acredito que os autores tenham se esforçado tanto em ironizar que talvez perderam o fio da meada. Ou eu sou burro e não entendi e eles agora riem de mim.

  3. Lucas Says:

    A teoria elitista shumpteriana alega a não participação da massa “inculta” e “apática”

    na política como um bem para a estabilidade da democracia. Os “destinados! a governar são aqueles
    capazes, dotados de recursos gerais que os fazem mais iluminados que o resto da população. Em Mainardi e Azevedo, percebe-se a justificação desse argumento, basta observarmos essa ênfase na “má” educação e

    deserudição d@s brasileir@s. Culpa-se a cultura brasileira, e há um esforço de naturalização da desigualdade social no Brasil, esquece-se da desigualdade de oportunidades e deficitários serviços educacionais de base que temos. Há neles, sobretudo, uma necessidade de criticar o país em si, homogeneizando todos que aqui vivem como “analfabetos por opção”. O recurso à crítica esculachada, na minha opinião, é muito menos recurso democrático de mecanismo de pressão e responsividade da mídia sobre a política, que necessidade capitalista de lucro e utilização da polêmica como recurso de venda (ou a revista Veja é compromissada com a democracia brasileira?). Há aqui, para finalizar, traçando um paralelo com Guzzo, um certo medalhismo reverso nesses autores, um esforço de citação de clássicos, de grandes obras, para
    justificar que os brasileiros e, principalmente, o Lula são incultos e assim este país “não vai para frente”.

  4. Grégory Says:

    Podemos inicar falando sobre Mainardi. O autor, por vezes, apresenta idéias confusas. Preferia pertencer à literatura satirista européias do que à literatura contemporânea brasileira, em outra ocasião, o autor compara a Europa ao ócio e a litaeratura a expressão do ócio (presentes na entrevista). Não se sabe o que o autor quer ou pensa. Marinardi, por vezes, considera-se letrado, ele esnoba a possibilidade da nação brasileira virá letrada e acredita que se virá letrada vai ler o livro errado (artigo de 2001), o que é livro certo e o que é livro errado? Provavelmente ele considera que o que ele lê seja o certo. NA entrevista Marinardi fala em Montesquieau, no entanto não parece que ele tenha entedido o pensador (filósofo), ele diz que o judiciário é a única chance do país, crítica todos os políticos e as leis não são porcaria, mas, quem faz as leis??? não são os políticos… Em outra ocasião ele diz que corrupção é por conta da falta de democracia, esta sem maiores explicações, não seria a participação de todos na política? Mainardi disse que não vota, não participa das eleições… de certa forma, não tem interesse em participar da democracia… Mainardi as vezes não parece ser tão letrado assim… Ele e o entrevistador paracem considerar o brasileiro não civilizado, todos os países paracem ser “melhores”. João Pereira, o entrevistador, lembra aquele velho pensamento de atrelar o atraso do país a Portugal, considera Inglaterra civilizada e julgam a escolha do eleitorado nas últimas eleições equívoca. Os dois parecem olhar o país por cima, como se fossem superiores, letrados. Mainardi, para mim, mostrou não ser tão letrado assim. Quanto ao Azevedo, atrela o problema da política do país, como problemas presentes em todos os países, são questões. Crítica mais aqueles que se julgam intelectuais da economia, por não entederem que o jogo político é totalmente vinculado a interesses econômicos, e os políticos atuam de maneira corrupta por conta desses interesses em qualquer lugar do mundo. Em resumo, o autor não assume posições radicais quanto a escolha política da população brasileira, os probelmas que existem podem ser considerados universais.

  5. Joyce Says:

    No texto”Ler não serve para nada”, Mainardi é extremamente irônico. O secretário do Livro e Leitura (que o intelectual Mainardi nem sabia da existência) clama às figuras ditas formadoras de opinião que incentivem o povo a ler. Mainardi (colunista de uma das revistas mais vendidas e, portanto, formador de opinião) diz não estar entre eles. Primeiro, porque se indicar um livro, as pessoas não vão ler (as indicações dele são perfeitas, mas o povo prefere ler o que uma estrela indica, mesmo sendo uma porcaria). Segundo, porque os citados pelo secretário têm aversão a livros.

    O secretário afirma que ler traz ascensão social e poder pessoal. Mainardi, porém, diz que o sucesso vem do analfabetismo, pois os que estão em uma posição privilegiada não chegam aos pés da cultura que Mainardi tem. Presunçoso e extremamente prepotente, só ele presta no Brasil, só ele lê bons livros e sabe interpretá-los corretamente. O resto nunca chegará ao patamar dele.

    Mainardi dá a entender que não temos um bom governante porque se elege pessoas não letradas que transformam o país em uma lama de corrupção. A bagagem cultural dele faz com que não aceite estar em um país governado por um analfabeto de teorias comunistas que não levam a lugar nenhum. Fala em democracia. “Corrupção é falta de democracia”, afirma na entrevista. Engraçado. Mainardi é contraditório, diz que não vota. Votar, mesmo que sem muitas opções, é o maior exercício da democracia. Na Ditadura o voto não existia. Quando finalmente temos esse direito, alguns, como Mainardi, jogam pelo ralo.

    No texto de Azevedo, a crítica é generalizada. O problema está no político. Essa figurinha atrapalha o desenvolvimento em qualquer país. Em entrevista ao puxa-saco do João Pereira Coutinho, Mainardi diz “Pessoas influentes e letradas que votam em Lula? Não conheço. Acho que você está freqüentando demais os jornalistas da Folha de S. Paulo”. Chama todo mundo de burro sem dó nem piedade. O puxa-saco ainda faz uma crítica aos que olham torto para a grande inteligência: Eles se assustam com Mainardi, mas acham a roubalheira da política natural. Comparando com os textos lidos nas outras aulas, os autores são típicos medalhões que fazem citações de obras européias para parecerem inteligentes e reduzem os que não conhecem as obras a nada. Ninguém chega aos pés da bagagem cultural que eles têm. Ninguém interpreta um texto como eles. São todos ignorantes e por mais que tentem, nunca os alcançarão. Típico dos falsos intelectuais do terceiro mundo que rebaixam a cultura e o povo do próprio país.

  6. Murilo Says:

    Para início de conversa, senti-me ameaçado à mão armada pelo texto do Reinaldo de Azevedo. Ao usar termos muito agressivos e chulos, Reinaldo apelou no seu discurso, perdendo sua moral (de acordo com a cultura brasileira: “quam apela, perde”). É claro de a essência de seu texto é rico e interessante, mas foi muito rebelde… diria até que foi um texto de caráter militante.
    As três crônicas interligam-se pelo fato de colocarem à prova a conquista do sucesso a partir da inteligência pessoal. Descodificando um pouco nossa cultura, podemos perceber que isso não passa da verdade. A mídia não para de criar ícones nas novelas, esporte, programas de televisão, concursos. Isso porque parte dela possui um único objetivo intrínseco: a venda. Infelizmente, muitos meios de comunicação visam o lucro impresarial e se esquecem da sua real função, a qual seria informar e educar. Anualmente, a “midiocridade” (mediocridade derivada da mídia) seleciona 12 pessoas para serem o símbolo nacional através de um programa chamado Big Brother Brasil, sendo que estas são aclamadas e ovacionadas pelo público como se tivessem gerido um bem para o nosso país.
    Exemplo forte, porém não passa de apenas um entre tantos outros. Hoje, o sucesso é conquistado à base da esperteza, do famoso JEITINHO. Como disse o texto do Diogo, é irrisória a quantidade de pessoas que estão no topo profissional por mérito de competência.
    Também, não podemos culpar os espertalhões pela ineficiência de nosso sistema social e educacional, afinal tudo não transcende a cultura cômoda brasileira, na qual os investimentos driblam as pesquisas estudantis e mergulham na lixeira de um reitor.

  7. Sergio Fonseca Says:

    Abaixo está o post que deixei no blog do Azevedo em defensa de sua iniciativa critica. Espero que goste.
    Sergio Fonseca

    “Rey,
    O blog do professor da UNB contém mais coisas do que a sua simples e rápida critica ácida faz supor. Fui até “lá” e vi muitas considerações interessantes sobre a sua produção e a do Mainard na blogsfera.
    Talvez tudo “lá” possa ajuda-los a serem menos solipsistas. Os erros gramaticais do professor são coisas menores em face da enorme contribuição que oferece aos alunos e leitores sobre a possibilidade de ler com olhar critico as coisas que se faz na Net.
    É lógico que os senhores são reacionários. Não é falha de caráter. É opção política legítima. Todavia, o que mais incomoda em seus posts é o anti-petismo como religião. O PT é uma merda. Correto. Agora, achar que outros partidos e grupos políticos sejam melhores do que ele é falsificação, jura de amor não-cumprida, mercadoria estragada e com prazo de validade vencida, enfim, gato por lebre.
    Esse é ao meu ver a maior deficiencia do trabalho de voces. O anti-petismo acaba por obnublar a visão e não ajuda muito ao esclarecimento público da opinião.
    O governo Lula é montado com base numa grande coalizão que cobre uma fatia grande do sistema partidário nacional. A maioria dos partidos políticos é comparticipe de sua administração.
    Para quem conhece e estuda a política como eu sabe que PSDB e PT são farinhas de mesmo saco. Aqui em meu estado, o PSDB fez um acordo ordinário com o PT para mapear e controlar os cargos majoritários das eleições munipais. Assim como Deus e o diabo mantém entre si relações familiares e muitas convergencias de opiniões e propósitos, PT e PSDB são irmãos siameses, um não vive sem o outro.
    A política, como voce mesmo diz, em qualquer lugar do mundo é uma merda necessária”

    8:10 AM

  8. Alessandro Ciapina Says:

    Quanto bobagem junta nesta página!!
    Meu Deus, tem gente dizendo que se sente ameaçada à mão armada pelo Reinaldo Azevedo!! Ora, quem tem medo do que ele escreve que não leia! Ninguém é obrigado a ler e muito menos a gostar do que ele escreve!
    Agora o viés esquerdista da aula do ¨professor¨ é de amargar… tenho pena dos alunos da UNB!
    O Reinaldo fez uma ótima desconstrução dessa aula em seu blog, que por sinal é o mais lido do país.

  9. Joli Says:

    O professor precisa aprender a língua portuguesa.
    Tenho pena dos seus alunos.
    A UnB deveria escolher melhor os professores. Militar é diferente de ensinar.

  10. Luiz Says:

    Com professores como o sr., e alunos que parece somente quererem agradá-lo, a UnB vai de mal a pior.
    Morei em Brasília e sempre vi a UnB como terra de ninguém: festas particulares em sala de aula, ‘democratismo’ demagógico, greves… greves… greves….
    Agora, um professor (doutor, presumo) que não sabe escrever? Putz.
    E essa doutrinação chinfrim? Eleger o Reinaldo Azevedo e o Mainardi como símbolos do ‘reacionarismo de direita’? Denota, antes de mais nada, um engajamento político que nem se preocupa em disfarçar.
    E é o nosso dinheiro que sustenta essa formação de idealistas de esquerda. Que Deus nos livre de vocês!

  11. costa Says:

    O_o
    q lixo esse site. sera q tem alguma vaga para professor da unb pro meu cachorro?

  12. Luiz Says:

    Eu já fui petista, votei no Lula várias vezes, inclusive na eleição que o tornou presidente.
    Hoje tenho aversão total a esse partido que virou sinônimo de corrupção, autoritarismo, roubalheira e cinismo.
    Ser anti-PT não é uma religião, é um dever: temos que pôr pra correr essa corja que colocou a bandalheira em outro patamar. Collor é estagiário perto do Lula. A boquinha na era pós-Lula vai custar bem mais caro.
    Ser anti-PT não é ser esquerdista, não é uma questão ideológica, é uma questão de ética.

  13. Geraldo Says:

    Doutrinação política disfarçada de aula é perversidade.
    Eu fui vítima da doutrinação esquerdista na faculdade. Comecei o curso superior aos 17 anos, ingênuo de tudo, alvo perfeito pros DCEs, pros professores comunistas, pros baderneiros de plantão.
    No fim do curso, eu já era militante petista. Militante, não, um otário repetidor de clichês esquerdistas, como a maioria dos esquerdistas.
    Apesar de saber toda a lenga-lenga esquerdista, sempre fiquei com um pé atrás ao ver o desastre e a miséria que eram, e são, os países comunistas. Por que, se a teoria era tão boa, a prática deixava a desejar? Por que há fome, corrupção, elite, oligarquia em Cuba, por exemplo?
    Hoje vejo que votei em canalhas que, quando chegaram ao poder, fizeram o contrário do que pregavam, e eu só fui um mané útil, um voto, um babaca que pregava faixas, distribuía bottoms… e acreditava que a esquerda ia dar jeito no país. Conversa! Temos que nos dar por satisfeitos se o Lula não transformar o Brasil numa ditadura… em feudo petista já transformou.
    Esquerda = mentira, corrupção, roubalheira, incompetência, autoritarismo, assassinatos em massa, racionamento de comida etc.
    Doutrinação ideológica em sala de aula deveria ser punida com demissão do professor.

  14. João Valentim Says:

    O senhor comete um crime: Esquerda = mentira, corrupção, roubalheira, incompetência, autoritarismo, assassinatos em massa, racionamento de comida etc.
    Doutrinação ideológica em sala de aula deveria ser punida com demissão do professor.

  15. Geraldo Says:

    “Sei que estou sendo ambíguo e talvez um pouco confuso.”

    Legal é que o professor assume que não se sente seguro para dar a aula.

    Resta aos alunos sérios levar ou não o professor a sério.

  16. Geraldo Says:

    .
    Agora, com um reitor esquerdista, adepto do “Direito achado no lixo” é que a UnB vai pro buraco mesmo.

  17. Pablo Says:

    E (a mentalidade) de Emir Sader se espalha, qual espírito de trevas, contaminando com sua “verve muito típica” o raciocínio da “universitas brasilis”. Analfabetismo funcional é antes não saber pensar que não saber escrever.

    A ressalva que acaba com a metonímia é para os que não sabem ler…

  18. Geraldo Says:

    Quanta bobagem se diz sobre a Veja.
    Engraçado que, quando eu era adolescente, meu pai não queria que eu a lesse porque ele achava que a revista era feita por comunistas!

    A revista não tem que ser imparcial, tem que descer mesmo a lenha na corja esquerdista, que corrompe, rouba, mente etc. Olavo, Reinaldo e só fazem colocar os pingos nos iis: não usam metáforas pra chamar ladrão de ladrão, incompetente de incompetente, demagogia de demagogia. Não têm medo de falar o óbvio: a corja esquerdista é o governo mais corrupto que o Brasil já teve.

    Agora, quem se contenta com a imprensa capacho do petistmo e do esquerdismo, que leia as revistas ‘imparciais’ (esquerdistas).

  19. Pablo Says:

    A UNB não é aquele que tem uma doutoranda em ET’s e OVNI’s ? Pelamor, hein… agora este dito “professor” que nem escrever sabe. Tomou uma coça do Azevedo !
    E eu que desisti de entrar no Mestrado na UFRGS por me julgar pouco culto ! Que ingênuo que fui !

  20. Erik Says:

    Atenção a todos!!!!! Reinaldo Azevedo concedeu 15 minutos de fama para o “profeçor” e seus alunos. Aproveitem.

  21. Pablo Cabistani Says:

    Duas coisas mui engraçadas:
    1 – o professor esse aí é tão burrinho que acha a inteligência e a cultura uma coisa tipo assim meio esquisita;
    2 – o Reinaldo botou link pra cá e já apareceu um monte de gente descendo a lenha no cara;
    Esses caras podem até eleger presidente, mas a gente se diverte muito mais.
    hahahaha

  22. Pablo Cabistani Says:

    ‘não quero direcionar suas leituras. Mas seria bom prestar dupla atenção…’
    ‘não quero ser violento, mas toma aí um soco na tua cara’
    ‘não quero ser gay, mas te achei tão gostosinho’
    ‘não quero te deixar constrangido, mas você está cagado’
    hahahahahaha

    Desculpem, não quis ser engraçadinho, mas…

  23. leal Says:

    Eu não sei o que é pior.A burrice do professor ou a ignorância dos assim chamados alunos. Ou talvez uma seja consequência da outra.

  24. João Says:

    Desculpe, mas para que fique mais claro o supremo ridículo desse texto foi preciso colar aqui a resposta de um dos autores mencionados:

    Aula 05 – Mainardi e Azevedo
    Desculpem o atraso com o qual faço esse post. Normalmente, gosto de disponibilizar as leituras com pelo menos cinco dias de antecedência. Infelizmente, não deu.
    Já peguei o rebenque na primeira linha. Os nossos irmãos d’além-mar não aceitam o verbo “disponibilizar”. E eu também não. Essa estrovenga só existe no Brasil. Daí que, fosse eu português, já teria me rebelado contra a tal unificação da língua (ver post seguinte).

    Para terça-feira, leremos os seguintes textos: : Vou embora e Ler não serve pra nada, ambos do Diogo Mainardi; A hora dos analfabetos, de Reinaldo Azevedo e essa entrevista a Mainardi por João Pereira Coutinho Parece muita coisa, mas os textos – fora a entrevista – são todos curtinhos. São quase todos também bem-escritos.
    Epa! “entrevista a Mainardi”? Não! Entrevista de Mainardi a João Pereira Coutinho.

    São também diversos. Uns são irônicos; outro, não é. Três são ensaios; um é entrevista. Uns são explicitamente sobre política partidária; outros tratam de outros temas.
    O Brasil deveria adotar, desde já, o inglês como língua oficial. Ou o alemão. Ambas pedem poucas vírgulas. Já que não conseguimos ensinar português nem a professores que se especializam em analisar “discursos”, o negócio é declarar a impossibilidade de os brazucas assimilarem o português. Tentemos outra. Vejam lá como o professor crava a vírgula entre o sujeito e seu verbo (precedido do advérbio “não”): “outro, não é”. É isto: antes, chegava-se à universidade com algumas deficiências oriundas do ensino médio. Agora, chega-se ao pós-doutorado com deficiências herdadas do primeiro grau…

    Todos, entretanto, compartilham um ponto: o uso – ora explícito, ora implícito – da cultura (especialmente a de origem européia) como instrumento para legitimar o argumento de cada autor.
    Hein? Entendi mal, ou o bruto diz isso com certo viés crítico, sugerindo que fazemos muito mal em “usar a cultura” (seja lá o que isso signifique) para “legitimar” os argumentos? Ah, sim: usamos a “cultura européia”!!! Meu Deus, que horror! Em meu texto, citei o “europeu” Platão!!! Julgava que ele pertencesse ao patrimônio da humanidade. Até em Tora-Bora, as cavernas do Afeganistão onde Bin Laden se escondeu, estuda-se Platão. Aliás, o filósofo era chegadito em vários tipos de caverna, como todos os seus pupilos puderam constatar…

    Em suas leituras, gostaria que mantivessem as seguintes perguntas em mente: nesses textos, o que pode ser dito entre a relação que cada autor constrói entre
    Hein? O quê? Que língua é essa? “O que pode ser dito entre a relação que cada autor constrói entre”… Porca miséria! O Brasil acabou! Vamos ver o que ele pede que os alunos analisem:
    1) valores letrados como cultura, escrita, inteligência e bagagem cultural
    Embora tudo seja muito tosco, está induzindo os estudantes a nos caracterizar como elitistas. Pô, desculpo-me com os estudantes da UnB. Eu, com efeito, defendo os “valores letrados”.

    2) sua própria legitimidade como ideólogo e comentarista da realidade brasileira?
    Que mané ideólogo o quê… Eu estou cantando e andando para o que pensam a meu respeito. Quem precisa de legitimidade é homem público. Eu escrevo porque a) posso; b) quero; c) porque me lêem.

    Mais do que O QUE eles dizem sobre a leitura e a palavra, o que me interessa é COMO as usam como instrumento legitimador. Apesar das múltiplas referências a clássicos, há algum esforço de leitura, alguma tentativa de interpretar ou mesmo comentar um clássico específico?
    É mesmo um fanfarrão vigarista! Como está disposto a nos atacar — na verdade, induz os estudantes a fazê-lo —, vai logo avisando que pouco importa “o quê” a gente diz. Escolhe uma entrevista e três textos curtos para induzir os alunos a escrever: “Ah, não, fessô… Eles não desenvolveram nada. Vejam o Reinaldo: citou Platão e não escreveu um pequeno tratado sobre Platão.” De agora em diante, para satisfazer a curiosidade do rapaz, vou fazer artigos com notas de rodapé…

    Talvez as perguntas acima possam ser condensadas em uma: os autores acima citam textos ou citam títulos e nomes famosos?
    Viram como ele não induz a interpretação dos alunos? Não é mesmo um homem que estimula o pensamento livre? Dada tal pergunta, qual é a única resposta que seus pupilos podem dar? E atenção para o que vem em seguida: a picaretagem assume o estado de arte.

    Sei que estou sendo ambíguo e talvez um pouco confuso. Preciso ser, pois não quero direcionar suas leituras.
    Ah, não! Que absurdo supor que ele estaria “direcionando” a leitura dos alunos! De jeito nenhum! Não é formidável? Entregaram uma disciplina aos cuidados de um semiletrado manipular. E notem que ele diz que sua confusão faz parte do seu esforço didático… Ele ainda não acabou.

    Mas seria bom prestar dupla atenção a como são empregadas palavras-chave que conotam prestígio (ou estigma) cultural: termos como “analfabeto”, “burro”, “letrado”, “intelectual”, “professor”, “escritor”, “leitura” e “livro” – isso além nomes de autores, citações, nomes de obras, etc.
    Viram como Diogo, eu e Coutinho somos perigosos? Reparem nas palavras que usamos em nossos respectivos textos. Um horror! Em homenagem ao professor, farei uma crônica empregando “asno”, “grama”, “iletrado”, “antiintelectual”, “picareta”, “vigarista”… E não citarei, naturalmente, um único pensador. Para não fugir do paradigma, ficarei no universo em que orbitam forças da natureza latino-americana como Lula, Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Correa.

    Continuo
    Eis aí o que estão fazendo da universidade brasileira. A ignorância e a boçalidade (tá gostando, mestre?) são postas a serviço da manipulação, da estupidez, da mentira. O curso do sujeito está na Internet. Lá se informa que outros autores são estudados. Cliquei em Padre Vieira para ler a sua introdução. Diz ele aos estudantes: “Vieira sofreu muito. E nem sempre foi popular. Era considerado um traidor por muitos portugueses, pois defendeu a entrega do Nordeste durante a segunda invasão holandesa (1630 a 1654).”

    Atenção, senhores estudantes da UnB. Ele está mentindo:
    – Vieira não defendeu “a entrega do Nordeste” aos holandeses. A invasão de Salvador durou apenas um ano (maio de 1624 a maior de 1625). A presença holandesa no Brasil limitou-se a Pernambuco — de fato, Recife e Olinda. Nesse caso, sim, ele chegou a defender um acordo. Mas um de seus sermões trata justamente da expulsão dos holandeses e de por que Deus deveria apoiar os portugueses;
    – falar em “popularidade” de Vieira é uma consideração asinina. O padre se indispôs com os colonizadores por causa de sua oposição à escravização dos índios e também das críticas que fez à violência contra os negros.
    – Vieira era jesuíta. E isso significa — vá estudar, criatura! — que era inimigo dos dominicanos, com forte presença na hierarquia da Igreja e na Inquisição. O texto que o professor pede que os alunos leiam é justamente o Sermão da Sexagésima — feito contra os… dominicanos!!! Os problemas de Vieira, pois, nada tiveram a ver com qualquer opinião sua sobre Pernambuco (tampouco “o Nordeste”).

    Tenho escrito isto aqui há mais de dois anos e sobre o assunto há pelo menos 10: as ciências humanas, na universidade brasileira, são uma verdadeira terra de ninguém. Ou uma terra devastada. O cretinismo que se vê acima é só um exemplo entre milhares.

    As bobagens que o sujeito diz sobre Vieira são compatíveis com alguém que induz os alunos a criticar três jornalistas porque estes teriam supostamente abusado de referências cultas e elitistas. Como esperar inteligência e precisão de um militante do antiintelecutalismo? E que escreve como quem puxa carroça?

    Conseqüências
    Não pensem que esse tipo de estupidez é irrelevante. Os alunos têm espaço para emitir as suas opiniões — e todos, claro!, esculhambaram o Diogo, o Reinaldo e o Coutinho. Quando menos, somos defensores das desigualdades sociais do Brasil, quiçá responsáveis por elas.

    No meu texto, escrevo:
    “Não me peçam anuência à tese de que políticos atrapalham o Brasil. Isso é coisa de energúmenos. Os políticos, sob certo ponto de vista, atrapalham todos os países. Platão queria uma República sem poetas na suposição de que eram despidos do necessário senso prático. E os que se pensam especialistas em economia acreditam haver uma contradição essencial entre “a vida como ela é” e a “política”. Coisa de fascistinha cretino ou de comunistinha cretino. Ou de cretino simplesmente. Excesso de opinião. Falta de leitura.”

    Aí um dos alunos deste genial professor, universitário, terceiro grau, entendeu o seguinte do que escrevi:
    “No texto de Azevedo, a crítica é generalizada. O problema está no político. Essa figurinha atrapalha o desenvolvimento em qualquer país.”

    Viram? É apenas o oposto!!! Dizem que exagero quando afirmo que a esquerda inviabiliza o país no médio prazo. Não é exagero, não! É realismo. Eis o país dos petralhas.
    Por Reinaldo Azevedo |

  25. Romao Says:

    E o pior e que a UnB e considerada uma das melhores universidades do Brasil. Estamos fodidos.

  26. Hernanes Yest Says:

    Prezada Joyce,

    Você precisa ler mais o blog do Reinaldo e assim aprender a interpretar seus textos.

    Ele critica justamente os que consideram os políticos inúteis. Reinaldo de Azevedo é um defensor do Estado de Direito. Sabe que fora do direito as instituições se tornam vítimas dos cretinos, tanto de um espectro, quanto de seus antípodas. Facistas e comunistas detestam políticos, porque adeptos dos totalitarismos.

    Na opinião do Reinaldo os políticos só atrapalham os que desejam eliminar a atividade democrática e cidadã, ou seja, os políticos atrapalham os que querem destruir a política como ferramenta do direito. Direito que não aceita a violência que gera anarquia ou a anarquia que gera a violência, sempre cúmplices na eliminação da liberdade. Para o Reinaldo o exercício livre da política garante a liberdade.

    Creio que a leitura do blog do Reinaldo lhe dará mais cultura política que a frequência ás aulas desse professor.

  27. Geraldo Says:

    Deixem os excelentes Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo combaterem a hipocrisia e a “ditadura branca” em nome daqueles que não têm voz.
    Ja basta as entidades de classes e organizações sindicais se calarem em nome de um governo que lhe dá cargos.
    Diogo e Reinaldo, continuem escrevendo suas peças inteligentes, maravilhosas e profundamente esclarecedoras.

  28. flavio Says:

    Melhores momentos:

    1) do professor: “Sei que estou sendo ambíguo e talvez um pouco confuso.” [Confuso, sim. Ambíguo, não: está pedindo para os alunos malharem Reinaldo e Mainardi.]

    2) ainda do professor: “Preciso ser, pois não quero direcionar suas leituras.” [Vide comentário de Pablo Cabistani às 5:40.]

    3) Pedro Vinícius: “Ou eu sou burro e não entendi e eles agora riem de mim.” [Trata-se de fato de uma possibilidade intrigante…]

    4) Lucas: “A teoria elitista SCHUMPTERIANA…” [Schumpeter rodopia no túmulo.]

    5) mais Lucas: “O recurso à crítica esculachada, na minha opinião, é muito menos recurso democrático de mecanismo de pressão e responsividade da mídia sobre a política, que necessidade capitalista de lucro e utilização da polêmica como recurso de venda” [Essa merece entrar para os anais da comédia involuntária.]

    6) obra-prima do Grégory: “Preferia pertencer à literatura satirista européias do que à literatura contemporânea brasileira, em outra ocasião, o autor compara a Europa ao ócio e a litaeratura a expressão do ócio (presentes na entrevista).” [Numa única frase, comete erros de concordância, ortografia, acentuação, e pontuação. Além disso funde duas frases num Frankenstein só. Uma proeza.]

    7) Joyce: “O secretário do Livro e Leitura (que o intelectual Mainardi nem sabia da existência) clama…” [PUTZ! O texto inteiro da Joyce clama por aulas no Mobral.]

    8) conclusão triunfante da Joyce sobre as atitudes de Reinaldo e Mainardi: “São todos ignorantes e por mais que tentem, nunca os alcançarão.” [A Joyce, pelo menos, não vai alcançar nem a alfabetização funcional.]

    9) Murilo: “Para início de conversa, senti-me ameaçado à mão armada pelo texto do Reinaldo de Azevedo. ” [Sentiu mesmo? Coitadinho…]

    10) finalmente, o apoteótico momento “Rolando Lero disléxico” do Murilo: “Descodificando um pouco nossa cultura, podemos perceber que isso não passa da verdade. A mídia não para de criar ícones nas novelas, esporte, programas de televisão, concursos. Isso porque parte dela possui um único objetivo intrínseco: a venda. Infelizmente, muitos meios de comunicação visam o lucro impresarial e se esquecem da sua real função, a qual seria informar e educar. Anualmente, a “midiocridade” (mediocridade derivada da mídia) seleciona 12 pessoas para serem o símbolo nacional através de um programa chamado Big Brother Brasil, sendo que estas são aclamadas e ovacionadas pelo público como se tivessem gerido um bem para o nosso país.”

  29. Luiz Says:

    Geraldo,
    Seu sarcasmo meia-boca só deu pra denotar que você não conhece o Diogo e o Reinaldo.
    Se conhece, não entende o que eles escrevem.
    Como o Reinaldo diz: vá estudar e deixe de falar bobagem.

  30. Gabriella Says:

    Bom, primeiramente não me declaro intelectual.
    Pois, pelo que vejo aqui, concordar com o Azevedo é condição primordial e necessária para tanto.
    Sim, há erros de português no texto do professor. No entanto, tais erros são usados apenas para fundamentar uma suposta superioridade intelectual e inflar um discurso que, por si só, não possui argumentos relevantes.
    Critica-se na disciplina uma hipotética interferência ideológica esquerdista. Pergunto-lhes: o que os leva a tal análise? não é uma influência ideológica direitista? Acho engraçado julgar certas ideologias baseados em outras. Louis Althusser disse que: “ideologia é quando as respostas precedem as perguntas”. Sinceramente, os senhores não fizeram nada além de buscar defeitos e problemas já premeditados, nada criativo e pertinente por assim dizer.
    O professor não defendeu a ignorância cultural, longe disso. Critica citações superficiais, sem pertinência ou sem qualquer relação com o argumento principal; as quais possuem como objetivo único demonstrar um conhecimento vago e academicista. Prática bastante recorrente nos textos de Azevedo – talvez por ego, necessidade de reafirmação intelectual ou para mostrar aos seus fieis partidários e leitores o quão intelectual ele é.
    Diante de tão magnânima intelectualidade, para ser intelectual também, basta concordar. Fácil, não?

  31. Luiz Says:

    Gabriella,
    Você não se declara intelectual… o conhecimento das próprias limitações é uma virtude, hehe.
    Se declara não intelectual mas faz citações de pensadores… não entendi.
    E o professor defendeu, sim, a ignorância cultural e mostrou que, como a maioria dos esquerdopatas brasileiros, tem uma pinimba especial contra os que desmascaram a hipocrisia da esquerda… Reinaldo e Diogo à frente.
    Quem tem o mínimo de conhecimento da discussão política brasileira sabe que o Diogo e o Reinaldo são demonizados pela esquerda… só você não sabe?
    O Andrei fez sim, doutrinação ideológica ao citar com demérito os dois jornalistas. Só que mexeu com gente bem maior que ele… e se danou, hehe.

  32. Larissa Says:

    Gente, o Luiz é um comediante.

  33. Luiz Says:

    Larissa,

    Não sou comediante, mas acho muita graça de gente que se ilude com falácias que foram desmascaradas há décadas… com gente que lê e não entende, às vezes porque estão cegas pelo preconceito.
    Não acho graça é de doutrinação ideológica em sala de aula, eu fui vítima disso também, e foi um custo me livrar da imbecilidade que me inculcaram na faculdade.

  34. Larissa Says:

    Luiz, que curso você fez na faculdade?

  35. Gabriella Says:

    Peraí, acompanhar e idolatrar os textos e a ideologia de outrem não é se entregar à doutrinação ideológica?

  36. Luiz Says:

    Larissa,

    Não vou dar continuidade a essa conversa cujo caminho eu já prevejo.
    Fique com suas convicções, com sua certeza, venere o seu professor… a vida é sua e você decide o seu destino.

  37. Larissa Says:

    Venerar meu professor? Eu não faço essa matéria.

    Por isso que eu achei você engraçado, Luiz. Você pensa que sabe muito.

  38. Luiz Says:

    Gabriella,

    Você se declarou não-intelectual mas tenta se portar como se a fosse.
    Não tente mais.
    A propósito, intelectual privilegia o intelecto… então, se pretende se ver como uma intelectual, aconselho a saber do que está falando… até pra não pagar mico.
    Vá ler um pouco o blog do Reinaldo, o podcast do Diogo… leia e tente compreender. Quem sabe, um dia a gente conversa.

  39. Luiz Says:

    Larissa,
    Sei muito daquilo que me proponho a falar, não sou leviano que defende inadvertidamente alguém.
    Você não me achou engraçado, só está tentando me fazer parecer engraçado… mas sarcasmo não é o seu forte.

  40. Gabriella Says:

    Sim, lerei.
    Mas e você, quando vai ler outra coisa que não seja Diogo ou Reinaldo?

  41. Larissa Says:

    Impressionante, Luiz. Você entende ironias. Fiquei até orgulhosa.

    Posso não ser boa no sarcasmo, mas você é bem engraçado. Fez minha noite mais divertida, de verdade.

  42. Luiz Says:

    Gabriella,
    Já li muita bobagem esquerdista, já fui militante petista.
    Até hoje, visito sites de lixos como a Hora do Povo, Caros Amigos, governo de Cuba, Granma, governo da Venezuela, blogs de jornalistas que se venderam ao PT…
    Pra você ver: acho que leio mais lixo esquerdista do que o Reinaldo e o Diogo.

  43. Luiz Says:

    Larissa,
    Comece por evitar palavras cujo significado você não conhece: você não fez ironia… tentou fazer sarcasmo.
    Ironia e sarcasmo são coisas diferentes.
    Eu sou divertido? Você é patética nessa tentativa de me subjugar.

  44. Gabriella Says:

    Com tamanha carga de leitura e conhecimento que afirma possuir, supreendo-me como submete-se à apenas uma, ou duas, opiniões.
    E como entegra-se ao ridículo de defender tais opiniões sem questionamentos ou filtro.

  45. Larissa Says:

    Santa infantilidade, Luiz, tentar me ofender.

    sarcasmo
    s. m.,
    zombaria insultante;
    escárnio;
    ironia amarga, mordaz.

  46. Luiz Says:

    Gabriella,
    Mais uma demostração de preconceito, ou de deficiência de congnição: quem disse que eu só tenho duas opiniões?
    Defendo as opinões do Reinaldo e do Diogo no que dizem respeito a combater a corja que está no poder… o meu filtro é a ética, a honestidade, a indignação ao ver que o imposto que eu pago financia a riqueza do filho do Lula, por exemplo.
    Você, como eu já disse, está cega pelo preconceito contra o Reinaldo, o Diogo e ‘seguidores’. O que nos move não é o direitismo, isso é uma mentira que a esquerda prega, para tentar fazer parecer uma luta ideológica… o que nos move é a aversão à bandalheira que é o governo Lula que, infelizmente, se elegeu com o meu voto, acredite.
    Vá ler para saber do que está falando, não pague mais mico: não pega bem para uma pretensa intelectual combater com idéias preconceituosas… e sem o conhecimento devido do que se propõe a discutir.

  47. Luiz Says:

    Larissa,
    Procure o significado de alienação, mediocridade, obsessão, constrangimento.

    E ache o verbo nas frases: esqueça de mim, me deixe em paz.

  48. Gabriella Says:

    Concordo quando afirma que é preciso conhecer para criticar. Mas e você, conhece realmente o conteúdo da disciplina que está criticando? Desculpe-me, mas o que parece é que veio até aqui apenas por peleguismo. Você sim criticou algo que não conhece, o real conteúdo da matéria, que não se dá apenas neste blog. E acho que você, sim, pagou mico.

  49. Larissa Says:

    Ah, meu caro, não estou constrangida. Perceba que nessa discussão o único exaltado foi você.

    O curioso é que eu nunca fui contra nenhuma de suas idéias. Você que gosta de expor ao mundo sua dita superioridade. E, bom, é por isso que você me diverte.

  50. Luiz Says:

    Larissa,

    Olhe o sarcasmo… o sarcasmo…

    Eu estou expondo ao mundo minha superioridade? Como? Usando um nome comum, que pode até não ser o meu, num chat?

    Você me conhece? Sabe onde moro? Que vaidade é essa minha que se manifesta no anonimato?

    Pense antes de escrever.

  51. Larissa Says:

    A sua vaidade interessa apenas a você, Luiz.

    Deixo a dica: reticências não te deixam mais eloqüente.

    Boa noite.

  52. Luiz Says:

    Gabriella,
    Falei do que conheço: o blog é aberto a todos e as idéias do professor estão bem claras, não me enganei, até porque já vi outros professores doutrinadores esquerdistas, há muito mais do que você pode supor. Interessante é que muitos deles são professores de História.
    Sou pelego das minhas idéias, que combinam em muito com as do Reinaldo.
    Não sou um boboca que se engajou na luta dos outros: assim como o Reinaldo, sou contra a doutrinação ideológica em escolas, no trabalho, na portaria do meu prédio.

  53. Luiz Says:

    Larissa,

    Minha vaidade interessa a mim: então, me deixe em paz, caramba.

  54. Lula_Dodói Says:

    Minha mãe nasceu anarfabetica! Eu também nasci anarfabetico! kkkkk

  55. Alessandro Ciapina Says:

    Luiz,

    Também fui um esquerdista, vítima de uma vida inteira de proselitismo que veio do ensino básico até o superior.
    Assim como você me arrependo amargamente de ter ajudado o Apedeuta e sua corja de bandidos a tomarem o poder.
    Mas pelo que vemos aqui a doutrinação de esquerda ainda faz suas vítimas, como tomamos pelo exemplo da Larissa e da Gabriela.
    Minha experiência em tratar com esse tipo de gente mostra que o processo de cura da esquerdopatia é lento e difícil. Parabéns pela sua tentativa.

  56. PoPa Says:

    Caro professor, apesar de ser um leitor de Reinaldo e Mainardi e não concordar com tua posição e de teus alunos sobre estes escritores, não posso deixar de registrar tua coragem de manter estes comentários contrários, muitos deles absolutamente desprovidos de sentido, com acusações idiotas que os dois escritores mencionados certamente não endossariam – ou, pelo menos, não escreveriam assim.

    De uma certa maneira, tua página vai servir para despertar em teus alunos, o debate sério e inteligente sobre este e outros assuntos. Conhecer os dois lados de uma questão é muito importante. E conhecer o veneno de ambos os lados, também.

  57. Rogério Says:

    A única conclusão a que se pode chegar após ler o tal professor e seus adeptos é apenas uma: Passou da hora de privatizar todas as Universidades Públicas do país. Não faz sentido manter algo que, confirmamos mais uma vez, não funciona. Se o PT quer manter seus militantes na linha, que não use para isso recursos públicos. Invista-se no ensino fundamental e salve-se a próxima geração. Esta já está perdida, não tem mais jeito. Criou-se uma geração de analfabetos funcionais, idiotas alienados, fanáticos obtusos, infelizes e pobres de espirito.

  58. fulanodetal Says:

    Muito bom PoPa. Falastes e dissestes!

  59. Sofia Says:

    Professor Andrei e alunos,
    obrigada pela aula “ao vivo”!
    queria estar aí, participando da discussão em sala.
    Abraços

  60. Sofia Says:

    PS:
    http://br.youtube.com/watch?v=h31bcjn843A
    (pra vocês se divertirem depois da aula…)

  61. Marcão Says:

    Pessoal, comentário que lí no blog do Gerald Thomas, achei interessante:

    “Gerald, por que vc acha que pessoas como Reinaldo Azevedo, Mainardi, eu mesmo, batemos tanto na esquerda. Só pra encher o saco dos petralhas? Cara, minha polaca é pedagoga, eu acompanho a educação no Brasil de perto. Desde o jardim de infância até a Universidade os alunos são formados por petistas esquizofrênicos, ressentidos com o capitalismo, idiotas. Conclusão: o Brasil fica em último lugar em qualquer análise que se faça sobre educação. Mas o PT tem cada vez mais militantes. Ninguém saca nada de matemática, ninguém sabe escrever direito, nem imaginam o que é física ou quimica, mas sabem que o importante é odiar o povo norte-americano.”

    http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/

  62. Kevin Says:

    Gabriela disse:

    Bom, primeiramente não me declaro intelectual. Pois, pelo que vejo aqui, concordar com o Azevedo é condição primordial e necessária para tanto.
    (Entendo a sua crítica. Não são poucos os ignorantes que, por se aliarem a um suposto “intelectual”, julgam-se tão intelectuais quanto. Mas isso não é um fenômeno que se restringe ao Azevedo: ao contrário, é possível constatar atitudes tais em qualquer lugar. Sabe o baixinho fracote que, por ser amigo do fortão do colégio, “folga” com todo mundo? Então…)

    Sim, há erros de português no texto do professor. No entanto, tais erros são usados apenas para fundamentar uma suposta superioridade intelectual e inflar um discurso que, por si só, não possui argumentos relevantes.
    (Bem, se um professor de “escrita” não tem compromisso com a língua portuguesa, o que pensar? Veja que, se não fosse por esse “detalhe”, eu concordaria com vc)

    Critica-se na disciplina uma hipotética interferência ideológica esquerdista. Pergunto-lhes: o que os leva a tal análise? não é uma influência ideológica direitista? Acho engraçado julgar certas ideologias baseados em outras. Louis Althusser disse que: “ideologia é quando as respostas precedem as perguntas”. Sinceramente, os senhores não fizeram nada além de buscar defeitos e problemas já premeditados, nada criativo e pertinente por assim dizer.
    (Bem, eu não sou de “direita” ou de “esquerda”; nada obstante, identifico no texto uma aparente interferência ideológica esquerdista. Aliás, as aulas 2 e 6 reforçam a minha impressão).

    O professor não defendeu a ignorância cultural, longe disso. Critica citações superficiais, sem pertinência ou sem qualquer relação com o argumento principal; as quais possuem como objetivo único demonstrar um conhecimento vago e academicista.
    (Superficiais e sem pertinência? Depende dos olhos de quem lê, minha cara. Veja que vc mesmo citou o Louis Althusser no seu texto, não foi? Só porque tal citação nada acrescentou ao seu texto eu devo te classificar como academicista? Bobagem.
    No mais, o grande mérito dos textos de Mainardi e Azevedo é a clareza. Inclusive, da linha de argumentação.
    Por isso, aliás, muitas vezes é fácil discordar do que eles escrevem: eles são claros e não ficam em cima do muro.
    Se o professor quer mesmo criticar citações superficiais e sem pertinência, que possuem como único objetivo demonstrar um conhecimento academicista, então ele devia dar mais atenção aos textos políticos do Luis Fernando Verissimo – sobretudo os da Era Lula. O material é farto).

    Prática bastante recorrente nos textos de Azevedo – talvez por ego, necessidade de reafirmação intelectual ou para mostrar aos seus fieis partidários e leitores o quão intelectual ele é.
    (Talvez sim, talvez não. Seja como for, no texto do Reinaldo que o professor ofereceu aos alunos não há nenhuma firula academicista. Ao contrário, o texto é curto, ácido e direto).

    Diante de tão magnânima intelectualidade, para ser intelectual também, basta concordar. Fácil, não?
    (Uhm… não).

  63. Prometeu, o filho da Chama Celeste Says:

    Educação não tem nada a ver com este tipo de aula da UnB, onde a maioria dos professores é filiada ao PT e não consegue sequer escrever corretamente um bilhete aos alunos. Reinaldo e Mainardi são representantes do pensamento livre da sociedade civil. Só os “mestres” atrelados ao pensamento oficial e os estudantes pendurados nas verbas desta UNE pelega que temos não enxergam isto. Na certa gostariam de mandar Reinaldo e Mainardi ao paredão. Afinal, como eles ousam divergir do governo Lula, este governo “perfeito” que temos? Ora, ora, tenham dó!. Deixem de ser infantis e aprendam a conviver com a crítica e a divergência. Reinaldo e Mainardi fazem mais pelo pensamento crítico brasileiro que a UnB inteirinha.

  64. Joao Says:

    Gabriela, você escreve como alguém que fala com um caroço de manga na boca.

  65. karlos batista Says:

    Ninguém foi da “esquerda” como são os pensamentos acima.
    Da “esquerda”só se torna após LER E ESTUDAR OS pensamentos ditos esquerdistas.
    após a leitura,busca-se localizar os resultados dos “esquerdistas”.
    E ?.
    Corre-se por não vislumbrar algo que preste.
    Se não correu foi por falta de neurônios mesmo.
    Faltou DNA.
    abraços

  66. Giuseppe Ferrari Says:

    Eu também entrei na onda da esquerda paquidermica e burra. Dei-me muito mal. Hoje ninguém me lê, ninguém me quer, ninguém sabe quem sou…
    Nem ‘professores’ de supostas universidades no terceiro mundo…
    Não por acaso o Brasil tem um presidente analfabeto…e a Venezuela tem Chavez… e a Bolivia tem Evo… etc… etc…

  67. Agnaldo Says:

    Cada pessoa tem um ponto de vista diante de fatos e acontecimentos.
    Há “verdades” que não podem ser contextualizadas.
    Preto é preto e branco é branco, não tem como relativizar e suavizar.
    Eu, que fui petista e ainda sou filiado ao PC do B, (tenho que me desfliar), aceitei as maiores mentiras da humanidade, achando que os bonzinhos comunistas, queriam uma sociedade mais humana e igual. Até ler sobre a antiga União Soviética e a China de Mao.
    As atrocidades cometidas, só pra ficar nesses dois, são gritantes e incoerente aquele que não aceita essa “verdade”, pois não dá para contextualizar , dizendo que eles faziam isso em prol de uma causa humana!
    Milhões fora para o buraco, em nome de um humanismo maior, em que todos do Partido desfrutavam de benesses e privilégios, enquanto a plebe ficava com ração e sem assitência, chegando a morrer de fome, em alguns casos, devido a coletivização da agricultura.
    Como podemos relativizar esses acontecimentos?
    Façam uma coisa, enfiem a cara em livros, leiam tudo, não fiquem somente em escritores progressistas, há coisas maravilhosas do outro lado, assim vamos ter um leque maior para entedermos tanto o Reinaldo e o Mainardi e até mesmo o professor dessa universidade.
    abraços

  68. albert Says:

    Ao ler Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo,tive a mesma sensação daquele personagem do “mito da caverna” do filósofo Platão.Depois de ler,reler e continuar sendo um contumaz leitor,pude ver como vivi cego e em meio a sombras da ignorância.Acreditava que existia um país (Brasil),heróis(Che Guevara,Fidel,etc..).Mas o que há é apenas uma farsa mal contatada.
    Obrigado Mainardi,obrigado Reinaldo,por não permitir que morresse na escuridão da ignorância.

  69. Mauro do Blog do Josias Says:

    A UNB é a maior demonstração de que uma nação que infelizmente faz a opção pela ideologização e não o ensino como prioridade joga o dinheiro do contribuinte no lixo e permite apenas que este tipo de visão tosca e primitiva sobreviva isolada das reais necessidades dos homens que vivem nas ruas. Enquanto países como a Alemanha(não vou citar EUAS pois pode ter uma convulsão) optam pela profissionalização e pelo conhecimento técnico as Universidades brasileiras seguem fabricando esquerdopatas e inviabilizando o Brasil como nação desenvolvida. Me recordo bem vocês eram contra as privatizações, inclusive da telefonia pergunto como estaríamos usando a internet hoje?

  70. Não interessa Says:

    Aff… Professor “dihumanas”…. deve ser só mais um fracassado que não teve condição em fazer um curso decente…

  71. Màrcio Soares Says:

    Nunca na estória deste paiiísssss pude observar tantos comentários bobos.
    Só tenho uma coisa a dizer a vocês: minha mãe nasceu analfabeta, meus irmãos…enfim, toda a minha família. Acontece que não somos mais… mas os petistas…

  72. Ludmilla Says:

    Os alunos deveriam ler “A revolução dos bichos”, de George Orwell para a próxima aula. Seria um debate interessante; afinal, o livro foi escrito por um comunista crítico do regime soviético. Não poderão colocar a culpa no Mainardi, na Veja, no Reinaldo, na mídia golpista, na direita…

  73. Geraldo Buarque Says:

    Além do livro escrito pela Ludmilla, eu sugeriria, também, a leitura do livro “O Caminho da Servidão”, de Frederick Hayek.
    Outos livros seriam “Manual do Perfeito Idiota Latino Americano”, do filho do Mário Vargas Llosa, “O Livro Negro do Comunismo”.
    E, se quiserem ver idéias de esquerda modernas (pois não há nada mais reacionário que o Marxismo), sugeriria o livro “Desenvolvimento como Liberdade”, do economista Amartya Sen.

  74. Fábio Says:

    Eis aqui mais um exemplo de assassinato de reputação perpetuado por Azevedo e Mainardi. Os dois que tanto reclamam quando os “petralhas” entram em seus blogs/podcasts para dar opinião contrárias, criam eles também um grupo de seguidores que faz o mesmo o que os dois tanto criticam. Gabriella, seu post foi perfeito. Infelizmente, acho que há cegos dos dois lados. Gosto de analisar os dois lados para formar uma opinião. E não vou ter falsa modéstia não, sou intelectual sim. Sem medo de assumir. E como tal, vejo com tristeza os textos de Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi (sou leitor assíduo). A tristeza nem sempre está no ponto que defendem (apesar de discordar de quase todas), pois eles tem pleno direito. Nem fico triste ao ver assuntos tratados por apenas um dos lados (algo que um jornalista não deveria fazer, mas indiferente para um blog). Vejo com tristeza tamanha abundância de insultos, de xingamentos e da tentaiva de destruição a tudo na qual eles são contrários. Sigo por mim uma máxima: tenho minhas certezas, mas elas nunca serão imutáveis. Espero que todos pensem assim. Mesmo os que criticaram tanto as aulas do professor. Continuarei lendo os dois pela opinião. Mas admito que cada vez que o Reinaldo posta para criticar comentários como esses postados aqui feitos contra ele, menos me dá vontade de retornar.

  75. Sâmia Says:

    Meu deus!

    A cavalaria do Azevedo e do Mainardi veio em peso! Incriticáveis eles são…

    Serão azevetes ou mainardetes?

  76. Edmund Burke Says:

    “Tenho minhas certezas, mas elas nunca serão imutáveis”.

    Típico de um pós-modernista cevado na lavagem do desconstrucionismo… E nem se dá conta da contradição: certezas oscilantes? Essa gente é boçal! Gostaria também de indicar alguns livros: “A Teoria do Conhecimento – Uma Introdução Temática” do Paul K. Moser (Loyola University), publicado pela Martins Fontes e “Tempos Pós-Modernos” do Gene Edward Veith Jr. (Concordia University Wisconsin), publicado pela Cultura Cristã (pode ser adquirido no site http://www.amx.com.br/cep ).

  77. leal Says:

    O professor apenas não sabe escrever e os alunos não sabem ler. Vamos deixar como está.

  78. Acorda Brasil Says:

    “Sem medo de assumi”, o apedeuta que escrevinhou às 4:32h, afirma: “não vou ter falsa modéstia não, sou intelectual sim”. Que assim seja ou creia. Mas, como intelectual, deveria saber acentuar. “Ele tem pleno direito” (sic) é d’espantar e, por efeito, também “menos me dá vontade de retornar”.

  79. Lucas Says:

    Caro Reinaldo,

    É um prazer lê-lo. Adorei ler suas acusações à disciplina da UnB, ao professor, aos alunos, à Universidade brasileira, à esquerda latino-americana, ao que mais? Enfim, tantas críticas… Perdoe-me, mas não nego que o uso do discurso da gramática incorreta que sugere ter cometido o professor é muito irrelevante, primeiro, dentro mesmo do que o professor coloca como questão no Blog da disciplina que o Sr. tenta criticar. Poderia ter dado o gosto aos alunos de lerem suas críticas a os pontos de vista deles usando além da escrita correta, a mínima lógica, a descontrução de premissas, o embate de idéias, não?; Segundo, dentro de uma discussão que se pretende crítica, como é a que o Sr. propõe em seu Blog, o seu foco é muito irrelevante em relação a uma crítica que poderia expor à Universidade brasileira, à esquerda latino-americana, a Lula. É de se espantar o uso do argumento ao português “errado” como arma contra Chávez, Lula e Morales.

    Assim como no texto discutido em aula, o Sr. apenas referencia essas questões, como faz com a citação aos clássicos. Acho que sua sugestão de começar a fazer notas de rodapé pode sim ser interessante, e trazer mais lucidez para interpretações tão dissociadas da realidade como as que o Sr. sugere que sejam as desta disciplina ofertada na UnB. Não pude deixar de notar que o Sr. não tira o foco do seu estilo adornado de escrever, deste seu projeto digno de um medalhão (tal como esboça o conto do Machado de Assis de mesmo nome, que deve bem conhecer, não?).

    Se acha que o professor direcionou seus alunos a te conceituarem como elitista, ao ler teóricos como Dahl, Shumpeter, Pareto (também deve bem conhecer!) o Sr. poderá confirmar ou não sua idéia. Ou pode questioná-los também. Viva a liberdade, não?! É tão mau ser elitista assim? Parece ter medo dessa pecha tal como o Lula tem.

    Deixo minha audaciosa (afinal, quem sou eu, não é mesmo Sr. autoridade?) sugestão: Cuidado, pois apesar de escrever porque quer, pode e te lêem, o Sr. tem respostas frágeis para perguntas que nem são tão fortes assim. Imagine para as fortes. Sua insegurança é latente nessa sua manifestação pública contra a disciplina “Escrita e Sociedade na América Latina”. Afinal, um “intelectual” do seu cacife não pode se dar ao luxo de se rebaixar a discutir com uma simples pequena turma de disciplina optativa deste “antro da esquerda brasileira” que é a Universidade Pública!

    Obrigado a todos e todas que postaram, por contribuir com o debate de “alto” nível dentro dos parâmetros de escrita e gramática “perfeitas” e com argumentos “dignos” de uma cultura letrada que pode colocar o Brasil na condição de grande potência das idéias no mundo de hoje! Viva os que ainda respondem a pergunta pára-ocidental (tal como Reinaldo classifica Platão), pergunta, álias, que não é de Platão, só a título de clarificação, do “ser ou não ser?” com a resposta: “Eu sou a direita salvadora!”

  80. Leopoldo Dogher Says:

    E pensar que a universidade pública está nas mãos de pessoas como o “professor” que mantém este blog e os alunos que aqui comentam…
    E pensar que que isso que chamam de “conhecimento acadêmico” é mantido com o dinheiro da população…
    Só de pensar nisso, dá raiva.
    UNB??? Tô fora, quero distância.

  81. Joao Says:

    Cara, tô adorando! Dois lados da mesma mediocridade!

  82. Joao Says:

    (Continuem, continuem!)

  83. Luiz Says:

    Ao Fábio Intelectual, das 4h32,

    Você é uma piada: junta presunção, preconceito, alienação e… um português sofrível.

    É dos que acham que qualquer bobagem escrita rebuscadamente tem validade de coisa séria. E você nem escreve rebuscadamente, escreve é confusamente.

    Deixe de ser presunçoso, rapaz… deixe de pagar mico.

  84. Luiz Says:

    Ao Fábio Intelectual II

    “Eis aqui mais um exemplo de assassinato de reputação PERPETUADO por Azevedo e Mainardi.”

    Troca ‘perpetRado’ por ‘perpetUado’. E não venha dizer que foi erro de digitação: você não sabe mesmo usar a palavra.

    Conheci um cara que fez uma monografia e pediu que eu desse uma lida. O troço era tão complicado de entender, ele escreveu tão difícil, usou palavras arcaicas, citações em latim e tal. Ou seja, não quis se comunicar, quis mostrar que tinha um vocabulário vasto.

    Você vai pelo mesmo caminho e faz pior: usa palavras que nem conhece bem.

    Patético.

  85. carlos Says:

    reinaldo fez bem em desmascarar esta corja petista, ladrona,falsa humanista tipicas de paises que pararam no tempo como os da America Latina. Quando vocês vão acordar e pereceber que suas ideias não se combinam com a modernidade seus hipocritas.

  86. Juliana Says:

    Esse povo pensa que está onde? Em Marte ? No nosso planetinha azul a democracia é dominante e somente tende a avançar e acabar com os últimos grotões de tirania.
    As economias de mercado, as economias livres, sem fronteiras, avançam e tomam o mundo numa velocidade ainda maior.
    Existe receita melhor do que essa?? Já inventaram algo melhor?
    Deixem o professor em paz, com sua espigarda ” de soca” junto a sua trincheira na UNB, afinal, ele nada vai conseguir fazer contra a onda liberal.
    Somente lhe resta apurar seu recalque e seu ódio contra o lucro, espumando em sala de aula.

  87. Kevin Says:

    Cheguei até aqui por intermédio da página do Reinaldo e até já teci alguns comentários acima; nada obstante, o nível raso e chulo das ofensas que muitos dirigem ao professor assusta.

    Será que, por não conseguirem copiar a argumentação, a ironia e o bom português do Reinaldo, as reinaldetes copiam apenas as…ofensas?

    É vergonhoso.

    Aliás, não sei como o Reinaldo não se sente constrangido com isso.

    Talvez ele, por algum sadismo inconfesso, realmente aprecie o espetáculo grotesco que os seus orangotangos raivosos de estimação promovem.

    Triste.

  88. Pra pensar... Says:

    Toda semana, recebo dezenas de cartas de estudantes que, em busca de alguma formação intelectual, encontraram nas universidades que freqüentam apenas propaganda comunista rasteira, porca, subginasiana.
    Ao estudante que consiga ainda vislumbrar o que é vida intelectual e faça dela o objetivo de sua existência, restam dois caminhos: o exílio, que pode levar ao lugar errado (a miséria brasileira nasce em Paris), e o isolamento, que pode levar os mais fracos a um desespero ainda mais profundo do que aquele em que se encontram.

    O processo é trabalhoso, mas simples: cumprir as tarefas tradicionais do estudo acadêmico, dominar o trivium , aprender a escrever lendo e imitando os clássicos de três idiomas pelo menos, estudar muito Aristóteles, muito Platão, muito Tomás de Aquino, muito Leibniz, Schelling e Husserl, absorver o quanto possível o legado da universidade alemã e austríaca da primeira metade do século XX, conhecer muito bem a história comparada de duas ou três civilizações, absorver os clássicos da teologia e da mística de pelo menos três religiões, e então, só então, ler Marx, Nietzsche, Foucault. Se depois desse regime você ainda se impressionar com esses três, é porque é burro mesmo e eu nada posso fazer por você.

    Mas o ambiente universitário brasileiro de hoje é tão baixo, tão torpe, que só de a gente apresentar essa lista – o mínimo requerido para uma formação séria de filósofo ou erudito –, o pessoal já arregala os olhos de susto. Na verdade, o estudante brasileiro não lê nada, só resumo e orelha, além de Emir Sader e da dupla Betto & Boff, que não valem o resumo de uma orelha. É tudo farsa, chanchada, pose. Não há quem não saiba disso e não há quem não acabe se acomodando a essa situação como se fosse natural e inevitável. A abjeção intelectual deste país é sem fim.

    Trechos de mais um “polemista, direitista, reacionário” dirão os “intelectuais” da escrita latrina-americana (latrina mesmo)…mas quem passou pela universidade pública sabe muito bem que tudo que está escrito acima é a mais pura verdade e levou muito tempo para que vozes opostas à ditadura marxista das universidades começassem a ser questionadas…antes tarde do que nunca

    Ops. Os trechos acima são de Olavo de Carvalho.

    Abraços futuros jornalistas que quando completarem 35 anos vão se lembrar dessa fase esquerdofrênica. Ainda bem que isso tem cura. Um pouco de estudo e leitura, só isso. Dependendo das escolhas, a cura é rápida e prazerosa ou infinita e dolorosa…

  89. Quase Sem palavras Says:

    É só acessar e se informar que a UnB é raiz fundamental de tudo

    http://veja.abril.com.br/gustavo_ioschpe/notas_260908.shtml

  90. Mãe de aluno do "PROFESSOR" Says:

    Kevin…
    99% dos que escreveram, vieram direcionados pelo blog de Reinaldo.
    Duvido que tenha sequer 1% de alunos do professor, aqui.
    Certamente a petralhada, incluindo vc, estão fazendo a revelada colagem.
    Abstraindo um ou outro, a pistolagem chinfrim que gostaria de ter o mesmo acesso lá, usa mesmo é a petiz fraudulenta para tentar comprometer os fieis leitores de R.A e D.M.

    A inteligência ou a falta dela, cria esses monstrengos vermelhos e inúteis para a sociedade, pois, só conseguem sobrevida falsamente relevante, às custas de pesadas cargas ideológicas, incutidas nas vidas de seus alunos.
    Militancia no seio estudantil por parte de um docente, deveria ser punida com demissão.
    Professores servem para ensinar, são possuidores de uma graça divina que pode ser lapidada mas não ensinada, e isso também, de certa forma ocorre com o interesse de se aprender.
    Existem professores e indivíduos que propõe a ensinar. O que há nesse caso e é recorrente, é o pretenso professor.

    Há um mito de que quanto mais títulos o indivíduo possuir melhor professor será ( e muitas vezes, até a posição social determina a qualidade do professor ). Pressupõe-se que, à medida que o indivíduo obtêm mais títulos, sua capacidade de orientar e ensinar cresce.

    Recentemente uma equipe de professores norte americanos, em visita à USP, declararam que, derivado de seus levantamentos, existem alunos profissionais na, ou seja, indivíduos que tem como precípuo escopo de vida, apenas fazer cursos.
    Essa equipe não percebeu que existem também, professores profissionais, ou seja, que a única coisa que fazem é dar aulas (algumas vezes fazendo cursos de aprimoramento, e ou visitas às empresas), sem se preocupar em conhecer a prática daquilo que ensinam.

    Pressupondo-se o professor, como fundamentalmente um orientador, este, além da graça divina que dispõe para atuar, deve possuir conhecimentos práticos sobre o que está orientando. Possuindo o dom de professor, o conhecimento prático será obtido sem exigir muito esforço, independentemente da quantidade de cursos, diplomas e títulos que o professor auferir.

    Além disso, pensando-se o professor como um “orientador”, o que não falta são centenas de informações diariamente, para que este possua maior autonomia em seu trabalho e não fique por aí zanzando na internet, usando como pricípio de analogia, o que ele abjetamente, insere como debate intelectual, é uma apreciação puramente lacaia e de propósitos mal intencionados .

  91. Kevin Says:

    Sra. Mãe de Aluno:

    Entendo a sua preocupação com a má qualidade dos professores. Vc deve ter sentido esse problema na pele, já que o seu português é horrível, sofrível, repleto de erros infantis de concordância.

    Sequer vou mencionar a sua capacidade de ler e entender textos, pois, sinceramente, até um chimpanzé é capaz de compreender o óbvio: eu não sou petralha.

    Mas tudo bem, eu te perdôo. Afinal, vc teve péssimos professores, né não?

    Pois é, foi o que pensei…

  92. Christiano Milfont Says:

    Quem dera eu receber tantos comentários no meu blog, vou escrever errado tambem :)

  93. Christiano Milfont Says:

    ops… escrever incorretamente :)

  94. Geraldo Says:

    Kevin,
    Você diz que o Reinaldo não aprovaria os que o defendem aqui.

    Creio que o Andrei não corrobora o que você escreve também.

    A meu ver, você tem problemas a resolver que o deixam nervoso, e está no blog tentando extravasar.

    Quer um conselho? Não tente acabar com sua raiva… com raiva. Procure algo ameno para fazer: ver um filme, ouvir música, andar no parque.

    Você não é o ‘leão de chácara’ do blog, como parece se ver, é só um bobão marrento, e muito aquém do que necessitaria para fazer o que se pôs a fazer.

  95. Kevin Says:

    Geraldo

    Eu não disse que o Reinaldo não aprovaria, ao contrário: assusto-me por ver a passividade dele diante das suas crias raivosas e – quase sempre- imbecis. Apenas isso.

    Tenho problemas que me deixam nervoso? Menos do que vc gostaria. E não estou aqui para extravasar, volte no post do dia 30 (10h33) e verá que não minto. Porém, não sou de ferro, certo? Depois de ler tantos posts cretinos, não pude deixar de me manifestar.

    Mas vc tem razão. Sou um bobão marrento. Eu fui agressivo e isso não é bom para o coração, certo?

    Sem falar que, se eu continuar a agredir esse povo, o pessoal do PETA pode pegar no meu pé.

    Obrigado pela dica.

  96. Geraldo Says:

    .
    Sério mesmo: vá se ocupar com sua vida, tenho a certeza de que o dono do blog não o tem como guardião.

    E deixe de ser ofensivo, você não conhece o íntimo das pessoas para julgá-las, muito menos para sair xingando.

  97. Geraldo Says:

    .
    E o estresse faz mesmo mal pro coração. Não para o coração ‘sede dos sentimentos’ mas para o coração músculo, órgão vital… que se ressente quando o dono vive estressado.

    Não vá ter um infarto por briga que não é sua.

  98. Kevin Says:

    Ué, pq vc não segue o seu conselho e vai se ocupar da sua vida também?

    No mais, bom conselho. Sugiro que o dê para as reinaldetes. Afinal, perto delas, conquanto mais elegante, eu sou piá no quesito “ofensa”.

    []

  99. Geraldo Says:

    .
    Tá dado o conselho, siga se quiser.

  100. Kevin Says:

    Obrigado. Vá com Deus e não esqueça de escrever.

    – Próximo!

  101. EU Says:

    HAHAHAHAHAHAHA! Tá ficando bom!
    Continuem mesmo! Tá tudo muito engraçado! hahahahahahaha!

  102. Juliana Says:

    Kevin querido

    Pelo visto vc está se considerando o guradião do pedaço, conforme conclusão do Geraldo.
    Relaxe … fique frio, rapazinho !! … vc está muito nervoso
    Vou arranjar um emprego de vigia na minha casa e pago 4 salários mímos de jornalista … Está melhor que foca de redação.
    A única exigencia é provar que NÃO É petralha.

  103. Junior Antares Says:

    Vale considerar que o uso do material do Reinaldo e do Mainardi chamaria a atenção de qualquer facção, ainda mais em no meio acadêmico. Por que escolheste justamente esses dois para tal aula? Pareceu provocação ou uso enviesado (como uma tentativa de classifica-los, agrupa-los no time “discurso de direita”). Acredito que a reação do Rei era mais q esperada, e não se pode desqualificar as suspeitas de laguns de que foi intencional essa exposição, justamente para em um segundo momento se apresentar como donzela espancada na madrugada com uma réplica tão esforçada como, aparentemente, ensaiada há tempos. Foi de mini-saia e maquiagem de mulher fácil pro cais do porto, e agora faz esse discurso todo reclamando que o estivador Rei passou a mão? Hum… suspeito….

  104. Kevin Says:

    Juliana

    Agradeço a oferta, mas não posso aceitar. Para me ter como empregado, vc seria obrigada a gastar um “pouquinho” mais – e não, não adianta oferecer vale-transporte e vale-alimentação: não basta.

    ***

    Nada obstante, para constatar que não sou um petralha, vc só precisa saber ler – e, claro, interpretar o que lê.

    Assim, se interessar, leia meu primeiro post aqui nesta página e comprove com os seus próprios olhos.

    Agora, se não interessar, não faz mal. Não é isso que fará o mundo acabar, certo?

    Beijos, querida.

    Tenha bons sonhos.
    .
    .
    .
    Em tempo: pois é, eu não me acho dono do pedaço e tampouco estou nervoso. Na verdade, eu to mesmo é me divertindo. :P

  105. Não adianta chorar professor petralha Says:

    Andrei e Kevin são a mesma pessoa. FATO!

  106. Mao Tse Says:

    Caro Companheiro Professor,

    Tenho grande estima por seu esforço. Sua didática emociona-me e aos demais companheiros. Um dia todo o mundo será vermelho, e o senhor estará sentado a minha direita, e juntos deteremos a verdade uníssona e inconteste. Avante companheiro, a verdade é nossa propriedade. Companheiro Stalin foi um herói e toda mente disponivel fará parte da mesma massa humana. Avante o PT, avante o partido da verdade e da razão. Um dia teremos nossa União Soviética e neste dia, o senhor será motivo de orgulho para nosso partido, nossa bela causa. O muro de Berlim foi ao chão, mas 68 antecipou nossa óptica sobre o fim do capitalismo e da propriedade privada. O estado será o proprietário de tudo e todos seremos subordinados a esta perfeita realidade, onde tudo e todos disporemos de uma mesma renda. Cuba é o nosso exemplo, e um dia seremos uma grande Cuba, companheiro, e o senhor sentirá orgulho de sua labuta diária por uma sociedade mais igualitária e onde todos andaremos de maos dadas com a essencia do comunismo. Neste dia, estaremos no estado, e entao iremos iluminar outras mentes obtusas e cinzentas, como as do Reinaldo Azevedo e do Mainardi. A lei será o partido e o partido será a lei, mas tudo pela causa maior: o povo. Conclamo todos a favor desta ideia perfeita–> Uniao das Republicas Socialistas da America Latina (URSAL). Avante Chavez, avanta Morales, avante Castro, avante Ortega, o grande. A URSAL bolivariana virá logo. Avante irmãos vermelhos, fim a propriedade privada, fim a leis capitalistas. Teremos nossos tutores, teremos nosso prumo. Avante URSAL.

  107. LILI Says:

    O blog do Azevedo é o mais lido do Brasil??? Até parece…

  108. Juliana Says:

    esse Mao Tse é super engraçado … Ei, gostei da ficção …

  109. Juliana Says:

    Eu não sei se o Reinaldo é o mais lido, mas é certo que está entre os mais lidos.

  110. Juliana Says:

    Kevin querido

    Adorei saber que vc não é PeTralha.
    Isso deixa sua alma no caminho do reino de Deus.

    Beijos

  111. Pedro Vinícius Says:

    http://br.youtube.com/watch?v=6Lr1WjolzP0
    só pra descontrair

  112. ivett Says:

    Comentário sobre o texto “LER NÃO SERVE PARA NADA” de Diogo Mainardi publicado na Veja de 28 de março de 2001

    O autor começa seu texto declarando ignorância sobre a existência de um Secretário do Livro e da Cultura e critica uma passagem de un texto do referido Secretário que dizia sobre as partes da sociedade que devem estar envolvidas na divulgação do processo da leitura.

    Em seguida o autor diz que não pertence a nenhuma das categorias citadas: ora se ele não é professor, não pertence aos meios de massa, não é jornalista, não é religioso, não é estrela, mas sobretudo se ele não é jornalista não sei como está publicando artigos sobre assunto tão sério que é a questão da leitura e da educação. Ele diz que não tem prestígio nem capacidade de influenciar pessoas. Isso me parece uma forma de dizer o contrário ou seja, ele pensa que pode e deve influenciar pessoas: eu não entendo uma pessoa que escreve artigos com opinião pessoal em uma revista de alta circulação e afirma isso. Me parece muito bobo. Não entendi bem mas faz uma comparação entre ele e Rubens Barriquelo: ou ele é um corredor frustrado ou se sente mais culto que o Runbens Barriquelo.

    Na realidade eu entendo que ele quer criticar o Brasil atual, os políticos, o Governo: “minha experiência, ao contrário do que afirma o documento de Ottaviano Carlo De Fiore, é que o hábito da leitura constitui um obstáculo para a ascenção social no Brasil”. Por mais irônico que tenta ser o autor, ele me parece uma pessoa que busca aparecer contrariando a maioria da opinião pública. Como pode falar uma bobagem dessas? Ele continua dizendo que os livros não ajudam a conquistar poder, dinheiro ou respeitabilidade… Será que ele sabe de Machado de Assis, de Euclides da Cunha, de Manoel Bandeira, de Carlos Drumond de Andrade, de Cecilia Meireles, de Pablo Neruda, de Jose Marti e de tantos e tantos outros escritores e intelectuais que conquistaram respeitabilidade pelos livros ???

    Ele diz que os livros criam espíritos perdedores e se confessa um frouxo… é de dar pena… como é que deixam indivíduos assim escrever numa revista de tanta importância? Começo a acreditar que José Dirceu estava certo quando disse que a Veja é uma revista que faz qualquer coisa… E fala que o brasileeiro sempre só dirá bobagens sobre o que leu… esse mainardi é russo ou apenas bobo? Nem a ironia que ele tenta usar é de qualidade e tudo parece indicar que todo esse negativo que ele tenta passar ele encontra no espelho do seu banheiro todas as manhãs antes de escrever seus artigos…uma pena que se dê espaço para gente assim…

  113. ivett Says:

    comentário sobre o texto “VOU EMBORA” de Diogo Mainardi, publicado na Veja de 6 de julho de 2008

    Li e comentei um texto desse senhor escrito em 2001. Agora comento outro escrito em 2008. Como se podia esperar, ele não melhorou nada. O incrível é que ele continua escrevendo e publicando na mesma revista essa sua opinião tão negativa, tão pouco brasileira, tão infeliz. O texto em questão só não é pior que o anterior porque ele promete ir embora. Esperamos que lá da França (país que ele parece admirar pois cita só autores clássicos franceses, como Rabelais e Flaubert… ele até arrisca um francesinho: Lula c’est moi)) ele desista de escrever e publicar suas opiniões …

    Ele começa dizendo que é muito abordado na rua (mas no outro texto ele dizia que não era estrela…) e que uma senhora pediu que ele fosse embora do Brasil.(parabéns minha senhora!)… essa senhora tem sorte…quantas pessoas não gostariam de fazer isso??? Eu, que sou uma estrangeira, estou na fila…

    “Cada um tem seu talento. O meu é ir embora do Brasil”…eu penso que o ” ir embora” näo tem nada a ver com talento…ir embora é verbo e talento é qualidade.. se ele quer dizer que é preciso ter talento para ir embora do Brasil, então precisa aprender a escrever.. Talvez “saber” ir embora pudesse ser o verbo do talento que ele diz que tem…mas será que ele sabe ir mesmo embora?

    E não é só isso: ele quer ficar longe do Brasil, em lugar muito longe, “por pior que ele seja”… será que ele conhece o inferno? Ou está querendo dizer, passeando por Ipanema (???) que o Brasil é o inferno???

    Quando eu cheguei no Brasil, a primeira coisa que conheci foi Ipanema…é o lugar mais bonito do mundo… Esse cara é ridículo… ele diz que quer incomodar os que se preocupam com a nacionalidade brasileira… em seguida diz que incomodou os que roubam e que por isso o estão processando… O Senhor Mainardi esquece que um réu não é aquele que incomoda, mas aquele que descumpre a lei de alguma forma… Assim, ele também se confessa um fora da lei.

    Mas também faz professias: o ano de 2009 será um desastre para o Brasil.. Golpismos de toda parte… mas também acende uma luz no fundo do túnel: ele estará longe; muito longe, em algum lugar pior que seja…torcemos todos..e, é claro, não será a França. Ali as pessoas lêem muito e não existe a revista Veja para ele lavar a imagem que vê no espelho todas as manhãs.

    Penso que a leitura de textos como esses, tão gratuitos e vazios, nos faz reconhecer o valor de textos sérios…deve ser isso que a revista Veja explora no Senhor Mainardi… alguma coisa parecida com o papel dos palhaços…

  114. Thiago. Says:

    114 respostas. Que legal, temos oposicionistas ingênuos e situacionistas inocentes. Ambos, ao que parece, veneram e recebem as graças de Priapo, multiplicando asseclas. Ohh que legal seria se Gargantua fizesse com todos o que fez quando entrou pela primeira vez em paris. Afinal, é o que merecem, ingênuos e inocentes. Com o mesmo e desproporcional membro de Priapo. Gargantuélico…. ou seria Pantagruélico? ou ainda Grangousiélico? ou Gargamélico? o que importa é o líquido que sai, e afoga todos os contendores!

  115. Andrea Says:

    Que cara idiota! Não vai analisar o Tiririca não? Palhaço filhinho de papai, vai fazer algo de útil. Vai ver é gay e pedófilo também.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: